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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Agradecimento público ao Jorge Neves

No momento em que estão a ser difundidas várias notícias que dão conta da substituição do treinador Jorge Neves pelo italiano Daniele Fortunato, quero aqui manifestar, como Beiramarense, a minha gratidão ao Jorge Neves pela forma séria e empenhada como assumiu as funções que lhe foram confiadas no início da presente época, em condições extremamente precárias. Também sou testemunha dos esforços que desenvolveu, juntamente com o Carlos André e com o Jeróme Palatsi, no sentido de encontrarem soluções financeiras para os diversos problemas que tiveram de enfrentar, bem como, uma solução consistente que salvaguardasse o futuro da SAD. Resta-me agradecer ao Jorge Neves por todo o trabalho que desenvolveu e desejar-lhe as maiores felicidades pessoais e profissionais. Numa altura em que o futebol é dominado pela força do capital, cumpre-nos, enquanto adeptos movidos pela paixão, relevar aqueles que se distinguem como homens de causas e valores. O Jorge Neves é uma referência do SC Beira-Mar.
Quanto ao novo treinador, confesso a minha ignorância. Não o conheço. Desejo que se adapte bem à cidade e ao futebol português. Pelo Beira-Mar e por Aveiro já passaram inúmeros treinadores e jogadores estrangeiros que acabaram por adoptar este clube e esta cidade como seus. A felicidade de Daniele Fortunato por cá, será também a nossa felicidade.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O reencontro de dois clubes com história!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Para quem quiser identificar os jogadores

Não se sabendo, oficialmente, se os atletas vão ter o nome na parte traseira das camisolas, Os atletas esta época têm nome nas camisolas, que ainda não estão à venda, ficou-se hoje a saber quais os números dos atletas para a época 2012-2013


1 Rui Rego
3 Bura
4 Sasso
5 Hugo
6 Fleurival
7 Rúben
8 Nazmi
9 Tiago Cintra
10 Serginho
11 Rafael Batatinha
12 Jonas
14 Jaime
15 Saleh
16 Nildo
17 Bruno Jorge
18 Pedro Moreira
19 Cédric Collet
20 Nuno Lopes
21 Balboa
22 Hélder Lopes
23 Joãozinho
26 Felipe Desco
27 Dias
28 André Sousa
30 Abel Camará

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Primeiro Jogo Oficial

Segundo informações publicadas na imprensa, o Beira-Mar - Académica, que marca a primeira jornada do campeonato, decorrerá numa segunda-feira, dia 20, com transmissão televisiva prevista para as 20.15 (ou algo parecido).

terça-feira, 27 de março de 2012

Beira-Mar é notícia em Espanha

A tumultuosa relação entre Jorge Sousa e o Beira-Mar é motivo de notícia no jornal Marca. Confira a notícia através deste link. Agora pergunto, alguém imagina o que seria no futebol português se um árbitro marcasse 5 penaltys em 2 jogos contra algum dos ditos 3 grandes?

domingo, 25 de março de 2012

Dia muito mau...

O Nacional venceu, esta tarde, o Beira-Mar por 0-3. Apesar de dois dos golos terem sido obtidos na cobrança de grandes penalidades, a justiça da vitória da equipa insular é inquestionável. O Beira-Mar foi uma nulidade em campo, à semelhança do que tem sido hábito esta época... Não é só a derrota que deixa qualquer Beiramarense que se preze triste a angustiado. Pior mesmo é a forma como a equipa se apresenta em campo.
Não é por acaso que o Beira-Mar foi eliminado de forma precoce da Taça da Liga e da Taça de Portugal, registando no campeonato o segundo pior ataque da prova (apenas 18 golos marcados) e oito (!!!) derrotas em casa. São números esclarecedores que dispensam outros comentários.
Se o dia já tinha sido negativo pela derrota e pela exibição com que a equipa presenteou os sócios e adeptos, só faltava virem os dirigentes - principais responsáveis pela péssima época que estamos a assistir - virem com um comunicado, publicado no site do clube - que me deixa envergonhado. Depois duma conferência de imprensa em que, estranhamente, não foi permitido que os jornalistas colocassem questões ao treinador Ulisses Morais, o cúmulo do ridículo veio a seguir, com a publicação dum texto (deduz-se que seja da administração da SAD, pois não está assinado) cujo teor é inenarrável.
As críticas à competência da equipa de arbitragem assentam muito mal vindas duma estrutura que tem revelado muito maior incompetência à frente dos destinos da SAD auri-negra. As suspeitas levantadas sobre os "elementos da estrutura do Nacional" após a derrota tresandam a ressabiamento. Se houve algum tipo de pressão, ela devia ter sido denunciada antes do jogo! Depois de ter sido derrotado desta forma, esperava que os responsáveis da SAD do Beira-Mar revelassem um laivo de humildade, em vez de cuspir em todas as direções, apregoando a defesa da "verdade desportiva".
É por existir "verdade desportiva" que, mais erro menos erro das equipas de arbitragem, a equipa da SAD do Beira-Mar se encontra atualmente num lugar aflitivo da classificação e os responsáveis tanto desejam que não desça ninguém. Para quem tem alguma memória - e não é precisa muita - recordo apenas a época transata, em que o Beira-Mar foi muito - mas mesmo muito! - mais prejudicado pelas equipas de arbitragem (seguramente, em mais de 10 pontos!) e, mesmo assim, com um dos planteis mais baratos da liga, cedo conseguimos atingir a manutenção.
Esta época tenho procurado escrever menos sobre a equipa de futebol, uma vez que a mesma foi incorporada numa SAD. No entanto, depois da tristeza por mais uma derrota, emergiu a revolta quando li um comunicado que, enquanto Beiramarense, me enoja e em nada dignifica a instituição Sport Clube Beira-Mar. Resta-me apenas a expetativa que a direção do clube se demarque publicamente deste texto, repondo a defesa dos valores que os Beiramarenses tanto prezam. O Beira-Mar é um clube com 90 anos de história, símbolo de referência duma região. A estrutura dirigente da SAD, além de não contribuir para a resolução dos problemas do clube, também não o dignifica nem prestigia. Antes pelo contrário! Lamento profundamente.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Duas notas sobre o futebol português

O Conselho de Presidentes, órgão da LPFP "criado" por Fernando Gomes quando foi Presidente da Liga, reuniu na passada Segunda-Feira e, entre outras questões, decidiu mandatar o Presidente da Liga para fundamentar num estudo económico a preparação da instrução de uma eventual queixa – a deliberar em reunião futura - na Direcção Geral da Concorrência da Comissão Europeia, até 30 de Junho de 2012, que tenda a declarar nulos os contratos de cessão de direitos de transmissão televisiva dos clubes participantes nas competições profissionais de futebol em Portugal e permita centralizar a negociação desses direitos na Liga Portuguesa de Futebol Profissional.
Devo dizer que sou um defensor da centralização da negociação dos direitos de transmissão televisiva como forma de reforçar o poder negocial dos clubes junto dos eventuais operadores interessados, mas parece-me que a mesma só se poderá concretizar com uma cessão, gradual, desses direitos dos clubes para a LPFP. Estes "esquemas" de carácter jurídico, quanto muito, poderão servir como meio de pressão, mas cuja eficácia não acredito. Do ponto de vista estritamente jurídico, parece-me que esta eventual queixa será abusiva, porquanto os clubes negociaram livremente os respetivos contratos.
Noutro âmbito, têm sido várias as vozes públicas de descontentamento dos clubes que, na Assembleia Geral da LPFP, votaram contra o modelo de alargamento da Liga Zon Sagres. Lamentavelmente, parece-me que o presidente da LPFP "esticou-se" nas promessas eleitorais que fez e agora está refém dessas mesmas promessas. Só assim se entende toda esta polémica que o futebol bem dispensava. A este propósito, subscrevo a posição assumida pelo Pedro Miguel Branco [ver aqui].
Todo este imbróglio remete-nos para um ambiente institucional que julgava ultrapassado, no qual alguns dirigentes vão para os órgãos da LPFP defender exclusivamente os interesses dos seus clubes, descurando e até prejudicando os interesses coletivos da indústria que integram.

terça-feira, 13 de março de 2012

Parabéns, grande líder!

Hugo, defesa central do Beira-Mar, ganhou o prémio de Jogador do Ano, atribuído na 15.ª Gala dos troféus desportivos O Minhoto, que premiou os melhores atletas nascidos no Minho. O jogador dos aveirenses venceu Adrien Silva, da Académica e Paulo Jorge, que joga nos cipriotas do Apoel Nicósia. Hugo, que também passou por SC Braga, Sampdoria, Sporting e V. Setúbal, dedicou o prémio à família. «É um prémio pela minha carreira e por tudo o que fiz pelo futebol português», afirmou o central. [ver aqui]

domingo, 4 de março de 2012

Beira-Mar goleado em Vila do Conde

O Beira-Mar perdeu, esta tarde, no Estádio dos Arcos, por 4-0.
Pior do que a derrota, foi o facto de, uma vez mais, a equipa não ter mostrado qualidade para vencer.
Ulisses Morais (na foto), depois de sofrer o 2-0, assumiu os riscos e tentou incutir maior capacidade ofensiva, mas foi sempre o Rio Ave que esteve mais perto de marcar. Os auri-negros regressam de Vila de Conde com 17 pontos, os mesmos do Feirense e apenas mais um ponto do que a União de Leiria (joga amanhã com o Olhanense). Se olharmos para cima na classificação, o Vitória de Setúbal já está a três a pontos e o Paços de Ferreira a quatro.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Sócios à borla mas...

O Beira-Mar lançou uma campanha esta semana, onde os sócios terão direito a bilhete gratuito juntamente com mais três bilhetes para acompanhantes para o próximo jogo em casa frente ao Vitória de Setúbal. Percebe-se a necessidade de ter uma boa casa, mas a política de "borlas" parece-me desadequada, penalizando por exemploos sócios que compraram o bilhete anual. Além do mais, não seria razoável que esta campanha tivesse destaque no cartaz do próprio jogo? É que o mesmo vem ainda com a indicação do preço do bilhete de sócio a 3€...

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Reunião com Nuno Patrão

A convite de Nuno Patrão, realizou-se ontem, ao final da tarde, no Bar/Sede dos Ultras Auri-Negros (Pavilhão), uma reunião com representantes dos blogues Bancada Norte e Mais Beira-Mar, membros do grupo "Beira-Mar Transparente" e elementos da direcção dos UAN.
Devido a compromissos pessoais anteriormente assumidos, só tive possibilidade de permanecer na reunião durante os primeiros 45 minutos da mesma.
Perante os presentes, Nuno Patrão apresentou-se como o "gestor de activos" da SAD auri-negra, sendo o responsável pela escolha e gestão dos jogadores profissionais de futebol, bem como, a equipa técnica.
A sua "entrada" na realidade Beiramarense ficou a dever-se à intervenção de Ulisses Santos, com quem sempre trocou impressões no âmbito da actividade profissional de ambos (agenciamento de futebolistas). Face à situação financeira extremamente difícil do clube, ainda no decurso da época anterior, surgiu a possibilidade de Majid Pishyar integrar o projecto da SAD do Beira-Mar. Actualmente, Nuno Patrão trabalha para o "32 Group", sendo o "gestor de activos" do Servette e do Beira-Mar, deixando a gestão corrente da SAD entregue aos outros administradores (Pedro Coelho, Fernando Vinagre e Jaime Machado).
Tive oportunidade de o questionar sobre três questões concretas:
1ª Se tem conhecimento de alguma exigência de Majid Pishyar ou da existência de algum conteúdo "secreto" que seja impeditivo da direcção do clube mostrar aos sócios o protocolo que foi assinado entre o clube e o investidor. Nuno Patrão respondeu-me que desconhece a existência de qualquer motivo que impeça a revelação do documento, pelo que, no seu entender, o mesmo pode ser revelado.
2ª Se, relativamente à questão da manutenção do Pavilhão, Majid Pishyar está em incumprimento com o clube. Sobre esta matéria, Nuno Patrão não foi conclusivo, tendo remetido responsabilidades para os antigos dirigentes por não terem aceite a proposta de pagamento que lhes foi apresentada. Contra-argumentei com a possibilidade de Pishyar, em devido tempo, ter pago a dívida, no âmbito do processo executivo que motivou a penhora e ter salvaguardado o pavilhão sem necessidade de qualquer entendimento com os ex-dirigentes, mas Nuno Patrão revelou desconhecimento sobre esta matéria.
3ª Por último, questionei se Nuno Patrão tinha conhecimento das alegadas dificuldades financeiras de Majid Pishyar, o que me foi objectivamente confirmado.
Após a discussão sobre estes assuntos, como acima referi, tive que me ausentar da reunião.
Pela minha parte, agradeço a iniciativa e a disponibilidade de Nuno Patrão e do Artur Cruz que promoveram esta reunião.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

5ª derrota consecutiva no campeonato...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Entrevista de Nuno Patrão ao Jogo

vou publicar na integra o que está disponível online aqui, aqui, aqui e aqui. Uma extensa entrevista de Nuno Patrão ao jornal O Jogo. As ilações ficam para depois... porque a entrevista é esclarecedora.


"Sem SAD o Beira-Mar não estava a competir"

JORGE MAIA VALENTE
Pouco dado às luzes da ribalta e "avesso a entrevistas", Nuno Patrão aceitou explicar a O JOGO os interesses de Majid Pishyar, magnata iraniano, na SAD do clube e como é que ele próprio surge no projecto. Nuno Patrão é o braço direito de Pishyar em Aveiro e funcionário da 32 Group, empresa do magnata.


Quem é Nuno Patrão no Beira-Mar?

É a pessoa que está ligada ao 32 Group há dois anos e meio como gestor de activos, numa primeira fase no Servette, e depois de Majid Pishyar assumir o Beira-Mar, também incumbido dessa missão aqui.

É o responsável pelo futebol do Beira-Mar?

Não. A minha missão é fazer pesquisa de jogadores, escolher e promover activos como acontece no Servette, e que agora também tenho sob a minha alçada no Beira-Mar.

Foi o responsável pela vinda de Majid Pishyar para o Beira-Mar?

A ligação que tenho com Majid Pishyar é de aconselhamento mas não fui eu que indiquei o Beira-Mar como um novo projecto de potencial interesse. A ligação foi feita pela direcção do clube com a colaboração do Ulisses Santos, meu amigo pessoal. Servi de intermediário para fazer o Beira-Mar chegar a Majid Pishyar. É uma pessoa que tem o seu próprio feeling negocial mas não escondo que transmiti uma opinião favorável à realização do negócio.

Majid Pishyar um homem de negócios que procura sustentar a vertente financeira. É possível fazer isso no Beira-Mar?

O Beira-Mar nos próximos dois/três anos vai crescer muito, limpar problemas financeiros que tem, limpar a casa e paulatinamente alicerçar-se para estar uns dez anos na primeira divisão. Se conseguir manter-se no escalão maior esse tempo, com jogadores da formação a integrar o plantel profissional, com uma academia que possa orgulhar o clube e a região, o projecto de Majid Pishyar está vencido e as pessoas de Aveiro deverão estar gratas pela sua vinda.

Significa então que, se o clube descer de divisão, o projecto não faz sentido?

Pelo que me apercebi daquilo que foi apresentado a Majid Pishyar quando a Direcção encetou contactos para este projecto, sem SAD o Beira-Mar não estava a competir este ano na I liga. Já no ano passado, Majid Pishyar ajudou o clube como é público e, agora, tem as suas ideias. Agora, é evidente que as coisas têm de ser sustentadas e se acaso o clube descesse, este projecto não tinha condições para avançar. Mas isso aconteceria com qualquer clube português que só tem viabilidade no primeiro escalão.

Se as metas definidas não forem cumpridas acontece alguma coisa à SAD?

À SAD não acontece nada, pode acontecer é a mim. Eu tenho um contrato com a 32 Group, e como qualquer funcionário, preciso de apresentar resultados. No Servette queremos lutar pelo título a curto prazo e estar na Europa. No Beira-Mar o objectivo a curto prazo é estabilizar na I liga e sustentar a equipa para outros voos.

Majid Pishyar falou de conquistas para o Beira-Mar…

De futuro sim. No imediato é preciso que o clube consiga estruturas desportivas e melhores condições para os seus profissionais. É fundamental termos a curto prazo uma academia e campos de treino. Depois, também será preciso aumentar o orçamento e para isso, temos primeiro de limpar muita coisa do passado.

Pagar dívidas, como Majid Pishyar disse? Diminuir, por consequência, o passivo do clube?

Quando Majid Pishyar chegou ao Servette o clube estava na bancarrota. Recuperou a credibilidade, trouxe adeptos, voltou a colocar o clube na primeira divisão. No Beira-Mar há uma intenção idêntica: dotar o clube de estruturas, apostar nos jovens, valorizar activos, levar mais gente ao estádio de Aveiro e colocar o clube num patamar superior.

"Assumir que temos um empresário connosco é sinal de transparência na gestão"

Ulisses Santos, agente FIFA e empresário de futebol, foi o homem que abriu as portas ao Beira-Mar para uma solução de compromisso futuro. O gestor de activos do Beira-Mar e do Servette não vê qualquer problema em assumir a ligação ao empresário: quer no aconselhamento, quer na negociação de jogadores.

Reconhece a desconfiança dos adeptos do Beira-Mar por a SAD ter o empresário Ulisses Santos ligado ao projecto? E o facto de também Nuno Patrão estar ligado ao agenciamento de atletas?

Eu sou remunerado pela 32 Group e a minha missão aqui já foi explicada. Representarei sempre o clube e não vou ganhar comissões com o Beira-Mar. O meu acordo é com a empresa que represento e com Majid Pishyar.

Mas trabalha com um empresário que tem a representação de vários jogadores no clube…

É normal os clubes terem ligações com empresários. Eu não tenho jogadores representados por mim no clube. Acho, por isso, que o fantasma de estar um empresário que é sócio do clube, que ajudou o clube e se interessou por encontrar uma solução, não faz muito sentido. Parece-me até que assumir que temos um empresário a trabalhar connosco é sinal de transparência na gestão que estamos a fazer. Não é assim em muitos clubes…

O clube tem uma carteira de jogadores alicerçada no Ulisses Santos?

Não, de maneira nenhuma. Ele está neste projecto devido à ligação que tem com o clube. Já tinha jogadores no Beira-Mar, não é só agora. A ajuda que ele dá é na sinalização de alvos que depois podem ou não interessar. Não está no clube para ganhar dinheiro com os jogadores que cá coloca.

"Queremos fazer dois milhões em vendas"

O futebol profissional do Beira-Mar abraçou uma nova filosofia ao caminhar como Sociedade Anónima Desportiva (SAD) onde negócio é palavra-chave. Por isso mesmo surge Majid Pishyar, dono de 32 áreas diferentes e díspares de negócio como líder do projecto que serviu para salvar, como testemunham os dirigentes do clube, o Beira-Mar de uma possível falência fatal. O futebol do Beira-Mar é agora um interposto de rentabilização de jogadores como assume Nuno Patrão. Palavras claras: objectivo é fazer crescer jovens jogadores com rendimento, ou seja, ganhar dinheiro.


A entrada da SAD no Beira-Mar trouxe uma nova política para o futebol que agora é apelidado de entreposto de jogadores. Aceita esta crítica?

Aqui há um entreposto, sim. A ideia é recrutar jogadores jovens, como aconteceu este ano com o Joãozinho, o Zhang, o Nildo, promovê-los aqui e tirar rendimentos. Se entreposto tem esse sentido, é verdade. É o entreposto que já fazemos no Servette e agora no Beira-Mar que se baseia num pressuposto simples: recrutar bem, barato, alicerçar com jogadores experientes e outra maturidade, e ter quatro a cinco jogadores por época vendáveis.

O futebol é um negócio?

Claro que sim, o futebol é um negócio. Posso dizer-lhe nesta altura que, no mínimo, esta época, o Beira-Mar em vendas vai fazer dois milhões de euros, o que será recorde para o clube na primeira liga portuguesa. Já fizemos cerca de meio milhão com as vendas do Rui Sampaio e do João Pereira e temos quatro ou cinco jogadores que são activos.

Quais?

Temos o Yohan Tavares, o Joãozinho, a possibilidade de comprarmos o Zhang e o Nildo que é uma revelação.

Todos esses jogadores têm propostas?

Não, nenhum tem propostas concretas mas sempre que há uma abordagem há um potencial negócio. Devo dizer que não pretendemos vender jogadores em Janeiro porque também precisamos de cuidar da vertente desportiva. Daí dizer que no final da época temos condições para chegar aos dois milhões de euros em vendas.

Consegue dar um exemplo concreto do que mudou no futebol do Beira-Mar com a SAD?

Quando chegámos ao Beira-Mar, o Yohan Tavares tinha uma cláusula de rescisão de 300 mil euros. Renovámos contrato e estabelecemos dois milhões de cláusula indemnizatória. Mas há mais: no Beira-mar acabaram os jogadores a custo zero. Por isso estamos a procurar renovar com todos os que interessam e que é do domínio público.

"Rui Bento nunca esteve em causa"

Nuno Patrão assume a ligação com Rui Bento, treinador que sugeriu para o projecto. O gestor de activos desmente que o treinador tenha estado em risco.


Foi Nuno Patrão o responsável pela vinda de Rui Bento?

Apenas sugeri, como fiz no Servette com João Alves, ou agora com João Carlos Pereira, o Rui Bento para ser o treinador. De entre dois ou três que havia, Majid Pishyar entendeu que Rui Bento devia ser o escolhido.

Por que é que Majid Pishyar, então, escolheu Rui Bento?

Para um projecto destes, de criar activos e vendê-los, criar receitas com jogadores, precisamos de um treinador com um determinado perfil. Esse perfil entronca no Rui Bento, ou seja, um treinador que aceita perder Rui Sampaio no início do campeonato e assume a responsabilidade de encontrar uma solução. Tem de ter esta perspectiva de trabalho que é estar preparado para assumir riscos em detrimento de olhar apenas para a carreira pessoal.

O treinador é a "fábrica" do negócio do clube?

O histórico do Rui Bento mostra os jogadores que ele ajudou a crescer. A SAD quis um técnico com capacidade de projectar jogadores e sem medo de apostar nos jovens.

Todos os treinadores estão dependentes de resultados. O Rui Bento não esteve em risco a meio da época?

Não esteve em risco. Esse cenário foi criado pela Imprensa. Não era por um problema do treinador que os resultados não apareciam. A equipa tinha um problema de finalização.

O jogo com o Feirense foi de viragem? Se não tivessem ganho estava tudo na mesma?

Se o Beira-Mar ainda hoje tivesse dez pontos, até o próprio Rui Bento saía pelo seu pé. Foi um jogo importante. Os jogadores estavam mais preocupados com o Rui Bento do que ele próprio. Alguns perguntavam se era verdade que o treinador ia embora se perdesse, disse-lhes sempre que não. E não estava.

Majid Pishyar esteve presente no jogo…

… atravessou meio mundo para estar presente e dar a melhor resposta a quem achava que podia ser o fim de linha para o Rui Bento. Veio mostrar que há toda a confiança no treinador. Ele veio, com surpresa nossa e quase em cima da hora do jogo, marcar presença para transmitir esse apoio.


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Mensagem de Ano Novo

Estamos à beira de terminar 2011 e, numa situação que julgo ser inédita desde que existe a imposição de votação das contas até 90 dias após o término da época desportiva (ou seja, até 30 de Setembro), vamos entrar em 2012 sem que tenha sido convocada a respectiva Assembleia Geral. Tratando-se duma manifesta violação duma disposição estatutária do clube, o mínimo que seria expectável é que os órgãos sociais prestassem um esclarecimento público aos sócios sobre esta situação. No entanto, nada sabemos sobre o que se passa no clube e a direcção também não parece muito preocupada em manter os sócios informados e esclarecidos.

Infelizmente, tem sido esta a postura que tem predominado no relacionamento do elenco directivo com os sócios perante a passividade dos restantes órgãos do clube. Depois do processo de constituição da SAD muito mal explicado (ainda hoje os sócios não sabem porque lhe foram subtraídos os 5% do capital social prometidos na Assembleia que aprovou a SAD), continuam os sócios sem perceber porque continuam as penhoras sobre as receitas do clube quando também foi prometido que o passivo seria assumido pelo investidor iraniano, quando serão regularizadas as dívidas aos treinadores da academia, bem como, continuam os sócios sem saber se os funcionários do clube já passaram todos para o quadro da SAD, qual a parceria que foi assinada (?) com a Sportis sabendo-se que um dos seus donos é também vice-presidente do clube, quais os resultados da campanha especialíssima de venda de lugares anuais lançada pelo clube ainda antes da constituição da SAD, qual a origem do financiamento da transferência da Sónia Tavares do Sporting para o Beira-Mar, ou, ainda, quais os argumentos da direcção para rebater as acusações deduzidas publicamente pelo ex-Presidente-adjunto da direcção, António Cruz, aquando da sua demissão. Um conjunto de situações por clarificar que ilustra o desrespeito pelos sócios que tem marcado este mandato dos corpos directivos. Lamento.
É envolto num mar de incertezas e indefinições que o Beira-Mar parte para 2012. Na certeza, porém, que já se foram os anéis (piscinas, pavilhão e andar no centro avenida já não são do clube) e também os dedos (a equipa profissional de futebol). Ao clube, resta-lhe a dignidade da sua história retratada num conjunto de troféus amontoados numa arrecadação do EMA e meia-dúzia de sócios que ainda se interessam, verdadeiramente, pela vida da instituição. Bem sabemos que o resto, que será a maioria, só quer saber se a equipa de futebol ganha, se o treinador fica ou vai embora, se o craque x ou y vem e quando é que o Benfica, o Sporting ou o Porto jogam em Aveiro.
Para 2012, enquanto Beiramarense, o único desejo que faço é que se recupere o pavilhão do clube e que se impeça o despejo do basquetebol e do futsal daquela casa. E, por favor, não venha agora a direcção atirar responsabilidades para cima dos ex-dirigentes Artur Filipe e José Cachide quando, em tempo oportuno (antes da adjudicação dos bens aos exequentes), não liquidaram a dívida e libertaram o pavilhão das penhoras que sobre ele incidiam.
Chega de ladainha e cumpra-se com aquilo que foi prometido e assumido perante os sócios como pressupostos para a constituição da SAD.
Desonere-se imediatamente o clube do seu passivo, permitindo-lhe respirar e ter perspectivas de desenvolvimento futuro. Foi isto que nos foi prometido para aceitarmos "vender" a equipa de futebol e os respectivos direitos de participação na 1ª liga por "meia-dúzia de tostões" e que ainda não foi cumprido.
Para 2012, desejo a todos os verdadeiros Beiramarenses aquela força interior que nos faz não desistir e, por mais distante ou impossível que nos possa parecer, nos faz continuar a sonhar com um Sport Clube Beira-Mar coeso e próspero.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Grupo de sócios manifestou-se no treino

Enquanto o treino decorria, um grupo de associados solicitou uma conversa com os três capitães (Hugo, Pedro Moreira e Artur), manifestando desagrado com a equipa.
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O treino desta terça-feira do Beira-Mar começou com mais de uma hora de atraso, devido a uma reunião no balneário, com a presença de três administradores da SAD. Em discussão esteve o momento da equipa, que não vence há seis jornadas consecutivas na Liga Zon Sagres.
Entretanto, e enquanto o treino decorria, um grupo de associados solicitou uma conversa com os três capitães (Hugo, Pedro Moreira e Artur), manifestando desagrado com a equipa. O próprio treinador Rui Bento juntou-se pouco depois ao grupo, apresentando também as suas justificações.
Hugo diz perceber o descontentamento dos adeptos."É natural que aconteçam estas manifestações, são pessoas que têm paixão pelo clube. Tal como nós, querem o melhor e o que lhes transmitimos é que podem contar connosco tal como contamos com eles", admitiu o experiente jogador, reconhecendo, igualmente, que a equipa não está bem.
"Estamos todos imbuídos de um espírito positivo e solidário. Temos noção de que o momento que atravessamos não é um bom momento mas estamos determinados a ultrapassá-lo, e só se estivermos unidos conseguiremos dar a volta por cima", salientou.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O problema será do Rui Bento ou de quem o trouxe para o Beira-Mar?


«O meu lugar estará sempre à disposição», disse Rui Bento

O treinador do Beira-Mar, apesar de o director de comunicação do clube ter dado por terminada a conferência de Imprensa após o jogo com o Nacional, que ditou a derrota dos aveirenses por 1-2, não se escusou a responder a uma pergunda que ficara no ar sobre se sentia o seu lugar ameaçado, na sequência do sexto jogo consecutivo sem ganhar para o campeonato.

E Rui Bento não teve papas na língua, apesar de Luís Viegas já se ter levantado e dado indicação ao treinador para o seguir. «Não tenho problemas em responder. O meu lugar estará sempre disponível em qualquer situação, nunca fui pessoa para me agarrar a nada. O que me compete fazer é, dentro das minhas exigências, tentar trabalhar a equipa o melhor que posso e tenho a consciência que o faço», argumentou.

«Sou mais um, sempre me assumi assim. Para mim, a força está no colectivo», atirou o treinador.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Post de Pedro Nuno Marques no facebook

APONTAMENTOS À ORGANIZAÇÃO DO BEIRA-MAR VS BENFICA

Sobre o Beira-Mar vs SL Benfica ainda nada escrevi e, sinceramente, nada me apetece escrever, apenas expressar o meu contentamento do jogo positivo que a nossa equipa realizou assim como uma palavra de apoio ao melhor guarda-redes Português da actualidade (Rui Rego). Quanto ao resto tenho três apontamentos:

1 – A bancada poente, conhecida por “bancada central” ou “bancada dos sócios”, apresentou-se pintada de encarnado. Só a muito custo vislumbrava um amarelinho no meio de tanto vermelho: é assim que os Aveirenses maltratam o Beira-Mar.

2 – A coreografia com as cartolinas estava destinada ao insucesso. Não é necessário ser capacitado de muita inteligência para perceber que a larga maioria do público (90%) não iria participar na mesma, chegando ao ponto de gozar e ser mal-educado com o Beira-Mar ao estragar as cartolinas transformando-as em “aviões de papel”. Esta coreografia fazia sentido num Beira-Mar vs Académica ou Beira-Mar vs Feirense, e apenas com cartolinas na Poente e no Topo Norte.

3 – Por último: fiquei traumatizado, chocado, irritado, revoltado e HUMILHADO com o speaker do ginásio Knock-Out. Quem foi a ideia de colocar lá uma pessoa que nada sabe do Beira-Mar e que puxou mais pelos adeptos do Benfica do que pelos adeptos da casa?! Não sei qual a opinião das pessoas, mas eu, como Beiramarense, senti-me humilhado. Nem na final da Taça de Portugal, onde o speaker apela às duas massas de apoio, existe tamanha parcialidade. No fundo este senhor reflecte a mentalidade dos Aveirenses. Enfim…

O BEIRA É NOSSO E HÁ-DE SER, O BEIRA É NOSSO ATÉ MORRER.

Pedro Nuno Marques, Aveiro.

(foto de arquivo - época 2004-2005)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

SAD: O que (ainda) não foi dito e explicado aos sócios

Como é do conhecimento público, há mais de um ano e meio que vinha a defender a constituição de uma Sociedade Anónima Desportiva para o futebol profissional do SC Beira-Mar. Por conseguinte, foi com natural satisfação que, no final da época transacta, vi a direcção do clube se decidir e propor esta via.
Num cenário ideal, gostaria que o capital da SAD a constituir pertencesse a um conjunto (o mais alargado possível) de investidores locais, com empresas e negócios sediados em Aveiro, assumindo o futebol profissional do principal clube da região como um veículo privilegiado de comunicação e promoção das marcas e empresas da região.
Contudo, a proposta da direcção centrou-se num único investidor estrangeiro e completamente “estranho” à cidade e à região. Não sendo, à partida, o cenário ideal, também não me chocou, sobretudo, a partir do momento em que se perspectiva um maior envolvimento deste investidor com a cidade e a região no projecto de desenvolvimento da zona onde está implantado o estádio. Estes foram os principais pressupostos que me fizeram votar favoravelmente a proposta apresentada pela direcção do clube na última Assembleia Geral.
No entanto, a entrega da maioria do capital a um investidor “desconhecido” (para todos os efeitos, o Sr. Majid Pishyar nunca trabalhou antes com o clube) devia ter reforçado os níveis de exigência de transparência do processo de negociação dos termos e constituição da SAD junto dos sócios, o que não aconteceu.
No passado dia 8 de Agosto, foi celebrada a escritura pública de constituição da SAD que, ao contrário do que foi afirmado pelo Presidente António Regala na última Assembleia Geral, não contempla a distribuição de 5% do capital social pelos sócios, tendo o mesmo sido subscrito pelo investidor que, em vez de 80% da SAD, detém praticamente 85% (participação social de € 849.997,00), ficando o clube com 15% e as restantes 3 acções (1 euro cada) para António Regala, Artur Moreira e Luís Leitão, perfazendo os 5 accionistas necessários para a constituição da SAD. Recomendava o mais elementar respeito pelos sócios que esta mudança de planos, ao arrepio do que foi transmitido em Assembleia Geral, fosse oficial e publicamente justificada pela direcção. Posso acreditar na bondade das pessoas e deduzir que tal alteração prendeu-se exclusivamente com a imposição do prazo de caducidade da deliberação de autorização da última Assembleia Geral (31 de Agosto), mas interrogo-me, se for esse o caso, porque não ficou o clube com 20% do capital, ficando com a possibilidade de, num futuro aumento de capital, abrir 5% aos seus sócios, cumprindo assim o que havia sido afirmado na Assembleia? Sobre esta matéria, no plano ético, penso que a direcção do clube falhou com os sócios e deve uma explicação.
A outra questão que, na minha opinião, devia ter sido do conhecimento prévio dos sócios e não o foi, prende-se com o Protocolo (existe?) que regula a relação entre o Clube e a SAD. Tal documento é essencial para se perceber os moldes em que se desenrolará a coexistência de duas entidades que estão “condenadas” a entenderem-se e a trabalharem em estreita cooperação, salvaguardando, entre outras questões, por exemplo, os direitos dos sócios do clube no acesso aos jogos da equipa profissional de futebol da SAD. Julgo que este documento, ou, pelo menos, os seus pressupostos mínimos, devia(m) ter sido objecto de uma aprovação em Assembleia Geral prévia à constituição da SAD.
Por último, quero realçar, como aspecto positivo, o facto de ter ficado consignado nos Estatutos da SAD a designação, por parte do Clube, do Presidente da Assembleia Geral da SAD. Ainda que do ponto de vista da gestão seja irrelevante, do ponto de vista do equilíbrio da relação institucional, penso que foi uma opção sensata.
Para terminar, quero publicamente desejar ao Conselho de Administração da SAD* as maiores felicidades e sucessos para o seu mandato que terminará em Fevereiro de 2014, altura que deverá coincidir com as eleições no clube.
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(*) Composição do Conselho de Administração:
Presidente: Majid Pishyar
Vice-Presidente: Fernando vinagre
Vogais: Jaime Machado, Pedro Coelho e Patrícia Bostyn.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

SAD constituída

Hoje é um dia histórico para o SC Beira-Mar. A constituição da Sociedade Anónima Desportiva para o futebol profissional consubstancia uma alteração profunda na estrutura, organização e perspectivas futuras do clube a partir de hoje.
Quanto ao futebol profissional, passa a ser o Sr. Majid Pishyar o principal responsável pelo desenvolvimento desta actividade sob a insígnia do SC Beira-Mar. No que respeita ao clube, assim que o mesmo se liberte dos seus credores, voltará a ser, na plenitude, dos seus sócios e das suas modalidades.
Espero que o Sr. Majid Pishyar seja capaz de assumir uma liderança forte na SC Beira-Mar Futebol SAD, profissionalize com qualidade a gestão do futebol, desparasite a estrutura e desenvolva a sério toda a área comercial afecta ao futebol profissional.
Relativamente à direcção do clube, as minhas expectativas passam por uma representação construtiva na administração da SAD, defendendo os valores do clube, designadamente, o respeito pelos seus sócios, pelas modalidades e o envolvimento da SAD com a comunidade local, sobretudo, através da implementação de projectos de responsabilidade social.
No que toca ao clube, defendo a sua profunda reestruturação, desde logo, iniciando-se um processo de revisão estatutária (que deve contemplar fases que promovam a apresentação de propostas e o respectivo debate por parte da massa associativa) que o adapte a uma incontornável nova realidade.
Por fim, coloco aqui uma questão que desde já agradeço a quem me saiba responder relativa à composição do capital social inicial da SAD. O investidor ficou com 80% (como anunciado pela direcção em Assembleia Geral) ou 85%?

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Expectativas de Koukou e Rui Bento para a época

O Jornal O Jogo publica na sua edição de hoje um artigo de apresentação do novo reforço auri-negro que pretende ser o substituto de Djamal no meio-campo. Trata-se de Djamin Koukou que se descreve como um jogador do mesmo estilo de Yayá Touré (Manchester City). O jogador chega ao Beira-Mar cheio de ambição e traça as suas perspectivas em relação à época que agora se inicia: O beninense quer ver os aveirenses terminarem o campeonato numa posição que permita disputar as competições europeias em 2012/13. "Espero que o Beira-Mar tenha um bom desempenho esta temporada e que nunca perca a ambição. Gostava de fazer parte da história do clube e participar no grande objectivo que é ajudar a equipa a atingir outro patamar", confessou.
Entretanto, já é conhecido o calendário oficial da Liga Zon Sagres. O Beira-Mar estreia-se na Madeira, frente ao Marítimo, recebendo o Sporting logo na segunda jornada e terminando o campeonato em Aveiro, frente ao Olhanense.
Rui Bento quer "aliar à manutenção pedida pela direção, uma classificação melhor na prova" esperando um Beira-Mar "com qualidade, ambição e futebol atrativo", afirmou o técnico.