Parabéns Pedro Ribeiro!
Publicado por Nuno Q. Martins 16:19 | | 0 Comentário(s)
Grupo B em Aveiro

Após sorteio realizado hoje, ficou assim alinhado o calendário de jogos.
Publicado por Nuno Q. Martins 13:20 | | 0 Comentário(s)
"Histórias de adeptos"
Nos anos setenta, o Pinto era uma figura incontornável da Superior Norte. Baixote, a fugir para o anafado, de olhos grandes e bigodinho manhoso, aos Domingos o Pinto deixava o seu rotineiro "metier" de cozinheiro na Universidade, vestia a pele de fanático da bola e transformava-se no mais doente dos adeptos Beiramarenses.
Publicado por Nuno Q. Martins 01:59 | | 0 Comentário(s)
Claques: O tema do momento, porquê?
Publicado por Nuno Q. Martins 12:54 | | 0 Comentário(s)
Ultras Auri-Negros na Serra da Estrela!
Publicado por Nuno Q. Martins 21:13 | | 0 Comentário(s)
Futebol na televisão...
O meu desabafo no Código da Vivência.
Publicado por Nuno Q. Martins 09:39 | | 0 Comentário(s)
Liderança reforçada
O Beira-Mar venceu o Sporting da Covilhã por 0-1 e aumentou para três pontos a vantagem sobre o segundo classificado - Olhanense - que empatou a zero em Marco de Canavezes.Publicado por Nuno Q. Martins 18:12 | | 0 Comentário(s)
Referendar o quê?
Em artigo publicado hoje no Diário de Aveiro (também postado no seu blog Tomar Partido), Jorge Ferreira, do partido Nova Democracia, defende a ideia de um referendo local para a definição do futuro do "velhinho" Mário Duarte. Pois bem, caro Jorge Ferreira, na qualidade de Aveirense (sou eleitor em Aveiro apesar de ter nascido em Coimbra) e Beiramarense, respondo-lhe que muito me agradaria tal possibilidade. Até lhe digo mais. Adorava que fosse possível recuperar o "Mário Duarte", modernizá-lo, e o Beira-Mar voltar para aquela que foi a sua casa durante muitos anos. Mas a verdade é que tal já não é possível nem viável. Aveiro construiu um estádio que terá custado cerca de 12 milhões de contos (se estiver errado, corrijam-me). O referido estádio, por mais impessoal, frio, pouco cómodo e deslocado, precisa do Beira-Mar. Por isso, que adianta a Câmara Municipal referendar o destino do velhinho Mário Duarte? É óbvio que a população iria votar pela preservação do estádio, nem que fosse para não sofrer a dor de o ver demolido. A mim também me dói pensar nisso. Contudo, a mudança do Beira-Mar para o novo Estádio Municipal já custou muito dinheiro, tanto ao clube como à autarquia (EMA incluída). Não há volta. Depois de canalizados os esforços de instação do clube no Estádio Municipal, deixou de ser defensável um possível regresso ao "velho" Mário Duarte. Assim sendo, importará à CMA realizar dinheiro com a venda desses terrenos. O EMA tem custos de manutenção elevados. Quem é que os paga? Saiba, caro Jorge Ferreira, que o Beira-Mar e a EMA são responsáveis pela manutenção do EMA, suportando esses custos. Saiba, também, que a EMA tem uma dívida para com o Clube de cerca de 500 mil euros. Sem esse dinheiro, a própria sustentabilidade do clube e o cumprimento dos compromissos assumidos são postos em causa. Um possível referendo sobre o velho estádio seria uma medida extremamente popular e desejável... se tivessemos possibilidades de escolha. Assim sendo, por mais que goste do "velhinho" Mário Duarte, sou obrigado a aceitar os custos do progresso. Depois de inviabilizada a venda do estádio à Universidade, que a meu ver, seria uma solução agradável, não resta margem para escolhas. As "Antas", o "José Alvalade" e a "Luz" tiveram que ser demolidos para viabilizar a construção dos novos estádios. Não me parece que a CMA e o Beira-Mar estejam interessados em suportar os prejuízos do novo Estádio e, ainda, a manutenção de uma infra-estrutura "velha" cujo retorno da sua utilização já não a justifica.Publicado por Nuno Q. Martins 13:17 | | 0 Comentário(s)
Livre Indirecto elogia Beira-Mar
Um dos sites de futebol mais visitados do país - o Livre Indirecto - destaca aqui a política de preços dos bilhetes adoptada pelo Beira-Mar.
Publicado por Nuno Q. Martins 22:03 | | 0 Comentário(s)
Covilhã - Deslocação e Convívio!
Publicado por Nuno Q. Martins 01:55 | | 1 Comentário(s)
"Histórias de Guarda-Redes"
Na sequência de diversas pequenas intervenções minhas em posts do Bancada Norte, entendeu o Nuno honrar-me com a possibilidade de colaborar aleatoriamente no seu blog. Não sei se terei capacidade para corresponder ao convite, sendo certo que num blog excelente se exige qualitativamente uma fasquia alta. Imploro a vossa tolerância.Ao longo dos anos, aqueles que acompanham com alguma regularidade a vida de uma colectividade vão coleccionando pequenas "estórias" do seu universo, simplesmente curiosas umas, verdadeiramente caricatas outras, algumas, ainda que autênticas, verdadeiramente dignas de enriquecer o vasto anedotário nacional.
Talvez esta seja uma destas últimas.
Há já uns largos anos passou pelo Beira Mar um então jovem guarda-redes que se fazia notar, não tanto pelo seu talento a defender as bolas, mas principalmente pela sua desmedida e permanentemente auto-propagandeada ambição de vir a ser um colosso das balizas, "um guarda-redes para oBenfica e para a selecção nacional!"
Um caso evidente em que o sonho ultrapassava em muito as capacidades, já que o moço, embora entusiasta e aplicado, não tinha, contudo, condições inatas suficientes para o levar tão longe.
O caso seria banal e ninguém repararia, não fosse dar-se o facto do sonhador espalhar aos quatro ventos insistente e convictamente o seu desiderato, ou seja, o rapaz, além de sonhador era aquilo que se poderia chamar um presunçoso, um basófias... mas, a realidade é que o tempo ia passando, os campeonatos sucediam-se uns atrás dos outros, a defesa das balizas da equipa continuava entregue a outros guardiões e o nosso sonhador limitava-se a ser o terceiro ou quarto guarda-redes da equipa e a jogar esporadicamente no então existente campeonato de reservas da Associação de Futebol de Aveiro... até que um dia, já cansado de tamanha espera pelo despontar do estrelato, terá tido a ideia da sua vida: havia que provar uma vez por todas à cambada de ceguinhos que tinha andado a treinar a equipa a sua categoria, havia que calar definitivamente os nabos, os invejosos e os tapadinhos que achavam que ele não defendia nada!
Se bem o pensou, melhor o fez...
Vai daí, contratou um reputado fotógrafo profissional da cidade, explicou-lhe a importância do trabalho a executar e, em resumo, encomendou-lhe meia dúzia de fotos esclarecedoras, verdadeiras e insofismáveis provas da sua categoria a defender as bolas! Estaria ali, estava convicto, o abrir da porta para uma carreira de verdadeiro craque que sabe-se lá até onde poderia ir!
Combinada a coisa, num belo sábado à tarde, postado o fotógrafo junto àbaliza norte do estádio, o nosso herói, de equipamento lustroso, brilhantina no cabelo, pose altiva e gesto garboso ia transmitindo ao fotógrafo as precisas instruções sobre a tarefa a executar, as aberturas de luz, a definição dos planos, os ângulos mais favoráveis, os lances a previlegiar, etc, etc.
Três ou quatro chapas já batidas, "muito boas, muito boas", jurava o fotógrafo, não pareciam satisfazer o ego enorme do nosso protagonista que continuava, encostado ao poste, a transmitir insistentes ordens e sugestões para tomadas de pose arrebatadoras. Até que... helás! Um livre quase frontal à entrada da área... "É agora, é agora!", gritava o nosso homem quase extático virado para trás enquanto a defesa formava a barreira. "Eu vou-me atirar em voo p'rá direita! Quando eu der um estalo c'os dedos atiro-me e você dispára!", gritava ele. "Tá bem, tá bem!", respondia o fotógrafo...
Assim foi. Barreira formada, o árbitro apita, o nosso guarda-redes olha para trás, faz o tal gesto com os dedos e lança-se num vistoso voo para o ângulo superior direito da baliza enquanto... ó azar dos azares, a bola entra directa e vagarosamente pelo lado esquerdo da baliza...
O caso deu brado. Contou-se por entre gargalhadas durante muitos anos e parece que nunca ninguém chegou a ver as tais fotografias que iriam lançar definitivamente o guarda-redes no estrelato futebolístico...
Narciso Cruz
Publicado por Nuno Q. Martins 00:47 | | 0 Comentário(s)







