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quinta-feira, 9 de março de 2006

Próximo jogo:

terça-feira, 7 de março de 2006

José Cachide com muito nível

Em declarações publicadas hoje no Jornal O Jogo, falando da arbitragem de Paulo Paraty em Gondomar:

Para trás fica o empate em Gondomar, consentido nos descontos. José Cachide admite erros na arbitragem de Paulo Paraty, em lances capitais, mas desdramatiza as decisões. "No primeiro golo, o Jorge Silva foi empurrado. O lance é precedido de falta e no segundo também", explica o dirigente, que evita críticas directas ao árbitro. "São coisas que acontecem. É possível que ele tenha sido induzido em erro, mas o Gondomar também fez por merecer o empate", sublinha José Cachide.

Parceria?

O post sobre o "futebol juvenil do Beira-Mar" já deu "pano para mangas" nos comentários (48 no momento em que escrevo estas linhas).
Entretanto, a propósito, deparei-me com um comentário no Portal Beira-Mar que dá conta de uma parceria entre a AD Taboeira e o SL Benfica com vista à captação de novos talentos no distrito de Aveiro, segundo o site slbenfica.com.

"Histórias de árbitros"

Os campeonatos do Inatel disputavam-se entre equipas de trabalhadores entusiastas da bola mas nem sempre predestinados da arte do bem jogar e os árbitros desses jogos enquadravam-se na perfeição nos mesmos limites. Eram normalmente antigos juízes federados com o vício ainda insaciado ou rapaziada bem intencionada no que respeita à merendola oferecida a seguir ao jogo. Quanto a competência, estamos conversados...
Um dia - o episódio passa-se em 1980 - disputava-se uma dessas animadas partidas algures ali para os lados da Bairrada. Partida mesmo tão animada que às tantas deu barraca: um defesa da equipa forasteira entrando de carrinho sobre um adversário atinge-o em cheio na canela. Entrada perigosa, mais fruto até da falta de jeito do que de qualquer intenção violenta era, não obstante, passível de sanção técnica e disciplinar.
O árbitro, longe do local do acontecimento, veio devagar, calmamente, demorou a chegar e quando chegou fez ainda um compasso de espera no meio da turbulência que entretanto se gerara em volta dos protagonistas do lance. Parecia perfeitamente seguro de si e da complicada situação. Irradiava maturidade, auto-confiança, certeza...
Quando finalmente se decidiu, assinalada a falta técnica, dirigiu-se de braço estendido ao nº 5 - colega do faltoso - e deu-lhe ordem de expulsão. A coisa estrepitou. Que não tinha sido ele, protestava o inocente e reclamavam os colegas... Palavra puxa palavra, sai mais uma ordem de expulsão, agora para o nº 7.
Aumenta a contestação em redor do juiz, vernáculo até dizer chega, uns empurrõezitos até, eis que o nosso árbitro dá dois passos atrás, percorre visualmente os de camisola preta, fixa o olhar pisco no médio direito e lá sai mais uma expulsão. Categórica e decidida, aquele é que tinha sido!...
Mas não, raio d'azar, não tinha sido aquele, o verdadeiro mantinha-se incólume, um bocado mais atrás e caladinho que nem um rato, não fosse o homem acertar...
Muita baralhada depois, o bico d'obra resolveu-se: o capitão de equipa revelava ao juiz quem tinha sido o faltoso, admoestava-se o prevaricador e não havia expulsão p'ra ninguém...
Proposta honesta, proposta aceite... mas os da casa não lhe acharam graça, o caso complicou-se e a borrasca pressentia-se...
Um golito fora de jogo, providencial, a dar a vitória aos anfitriões fez acalmar os ânimos e terá, porventura, salvo as costas ao árbitro.
Naquele dia não houve lanche de confraternização...
Narciso Cruz

segunda-feira, 6 de março de 2006

20º jogo sem perder, 3º sem ganhar...


Um golo já no período de descontos ditou o 3º empate consecutivo do Beira-Mar (2-2). O Gondomar entrou melhor na partida e chegou algumas vezes com perigo à baliza de Srnicek, beneficiando de vários erros na marcação por parte dos médios e defensores auri-negros. Contudo, foi o Beira-Mar que marcou primeiro. Um golo soberbo de Zé Roberto na marcação de um livre directo. O Beira-Mar tranquilizou-se e assumiu o domínio do jogo só que, ainda antes do intervalo, aproveitando mais uma desconcentração da defensiva Beiramarense, o Gondomar empata num lance em que os jogadores do Beira-Mar ficaram a reclamar falta. A 2ª parte começou com a pressão do Beira-Mar que resultou na obtenção do 2º golo da autoria do estreante Francis Ikome. A vencer por 1-2, o Beira-Mar passou a apostar no contra-ataque e até final, foi a equipa mais perigosa. Como quem não marca, acaba por sofrer, já no perídodo de compensação, o Gondomar consegue empatar e evitar que o Beira-Mar conseguisse mais uma importante vitória. Fica a lição para o grupo de trabalho. As desconcentrações (tanto ofensivas - patentes nas oportunidades desperdiçadas - como defensivas - visíveis nos lances dos golos do adversário) pagam-se caro. De futuro, deseja-se mais rigor. Ainda assim, nota positiva para a emoção que o jogo proporcionou e para o facto do Beira-Mar não se limitar a jogar para o empate.

FUTSAL: Beira-Mar vence Barrô 8-2
A equipa sénior de futsal do SC Beira-Mar venceu com naturalidade a equipa do Barrô por 8-2. Neste jogo, a equipa atingiu o seu 100º golo esta época, cabendo ao Bruno assinar o tento "especial". O Beira-Mar segue na frente e na próxima jornada desloca-se ao pavilhão do São João de Ver, uma equipa que empatou em Aveiro na 1ª volta e segue logo atrás dos primeiros na classificação.
FUTEBOL JUVENIL: Iniciados confirmam apuramento
Uma vitória concludente por 3-0 em casa da Oliveirense marcou o final da primeira fase do Campeonato Nacional de Iniciados. O Beira-Mar foi apurado para a segunda fase.

sábado, 4 de março de 2006

Filosofias

"Se não forem pragmáticos, no domingo seguinte não jogam. Quero é pontos. Sabemos as nossas limitações e não podemos embandeirar em arco", justifica. Um discurso que assume as críticas feitas por quem não aprecia a qualidade do futebol praticado pelo Beira-Mar. "Aceito a crítica, mas não sou filósofo. Sou profissional de futebol", conclui.
Declarações de Augusto Inácio ao Jornal O Jogo 04-03-2006
Não faltará tudo para que os dirigentes exijam aos treinadores que as suas equipas pratiquem bom futebol e proporcionem bons jogos. O futebol sem espectáculo esvazia estádios...

quinta-feira, 2 de março de 2006

Iª Liga Bênêbola - 23ª Jornada


Palpite para o próximo jogo:
Gondomar - SC Beira-Mar

IIª Liga Bênêbola - 23ª Jornada

Palpite para o próximo jogo:
Gondomar - SC Beira-Mar

Próximo Sábado:


- classificação actual aqui-

Deslocação a Gondomar

O Beira-Mar desloca-se no próximo Domingo a Gondomar para defrontar o clube local. Recorde-se que na 1ª volta o Beira-Mar venceu em casa por 2-1. Ao que tudo indica, Zé Roberto já recuperou da lesão que o afastou do último jogo, podendo voltar a ser opção para Augusto Inácio neste jogo que terá arbitragem do portuense Paulo Paraty, velho conhecido dos Beiramarenses, mais um dos que está envolvido no processo "Apito Dourado", processo ao qual o Gondomar também está referenciado. Posto isto, se o "Sr. Paraty" não for feliz no próximo Domingo, não será fácil descartar-se de todas estas associações pouco edificantes.

Os Ultras Auri-Negros organizam o habitual autocarro para quem pretende acompanhar a equipa. A concentração está marcada para as 12:30 no Pavilhão do SC Beira-Mar. Os preços da viagem já incluem o bilhete de jogo - Sócios 10€ e Geral 15€. As inscrições podem ser efectuadas na Sede dos UAN ou pelos telefones 962316632 ou 914861319.

quarta-feira, 1 de março de 2006

O futebol juvenil do Beira-Mar

Desde o início da época que fui alertado por algumas pessoas para as profundas alterações que a estrutura do futebol juvenil do Beira-Mar foi alvo. Durante todo este tempo, não teci qualquer comentário aqui no Bancada Norte sobre o assunto, limitando-me a anunciar de quando em vez alguns resultados, mas nada de especial. Reconheço que a primeira causa desse alheamento do BN em relação ao futebol juvenil se deve à minha falta de disponibilidade para acompanhar o percurso das diferentes equipas dos diversos escalões. Em anos anteriores, sempre que me foi possível, assisti a alguns jogos (estive em alguns dos juniores e dos iniciados na época passada). Esta época não tive oportunidade de assistir a qualquer jogo. Por isso, pedi a um amigo pessoal, mais atento ao percurso do futebol juvenil do Beira-Mar, que me fizesse um balanço, até ao momento, do que tem sido esta época do futebol juvenil do Beira-Mar. A análise que se segue resulta de um trabalho muito completo que ele elaborou, do qual resolvi apenas extrair alguns dos aspectos fundamentais. Por uma questão de economia de espaço, fui forçado a fazer alguns “cortes” no texto original, pelo que, peço desculpas públicas ao meu colaborador. Sem querer entrar em polémicas nem guerras pessoais com ninguém – quem me conhece sabe que não é essa a minha forma de estar na vida –, acho que é oportuno levantar algumas questões para reflexão. No entanto, qualquer reflexão séria sobre esta matéria dependerá, como é óbvio, da elevação dos vossos comentários. Peço-vos que não se desviem do que é realmente importante. As diferenças de perspectiva não devem ser geradoras de qualquer tipo de inimizade, antes, devem ser potenciadoras de uma discussão com interesse.
Júniores:
Pela primeira vez no clube dois treinadores saem do comando técnico de uma mesma equipa. Jorge Neves e Jorginho são dispensados por falta de resultados. A equipa está na última posição e com resultados muito embaraçosos, com goleadas atrás de goleadas, sendo um dos piores ataques e a pior defesa. A equipa não foi reforçada condignamente e viu-se amputada do preparador físico da época passada, o Pedro Tavares, por troca com o actual treinador Pedro Mendes, que nunca tinha exercido qualquer cargo técnico. Os jogadores contratados de segundo ano são, à excepção do Nuno Miguel, de menor qualidade que os de primeiro ano e são “sobras” de clubes com menor dimensão que o Beira-Mar. Se a memória não me atraiçoa, apenas o Balseiro foi substituído há duas épocas atrás do comando dos juvenis e o António Luís Ramos, há bem mais de dez anos, dos júniores, mas este por divergências com os directores da altura e não por resultados. O ambiente no seio do grupo também não é o melhor. Ainda há duas semanas a equipa recusou-se a treinar em virtude do treino ter sido, mais uma vez, alterado da relva para o pelado de São Bernardo. Os júniores jogam em relva e por isso é forçoso que treinem nas mesmas condições.
Juvenis:
A equipa de juvenis, orientada por António Luís, vai já na quarta jornada do campeonato e perdeu sete pontos. Quem quer subir de divisão não pode perder tantos pontos assim e não pode treinar (na maior parte das semanas) apenas três vezes e num campo como é o da FIDEC para depois jogar, como foi no último Domingo, em relvado. Na próxima jornada vão ao difícil campo do Arouca e se perderem ficam a oito pontos do primeiro lugar, que é a Sanjoanense, que já veio empatar a Aveiro. As condições de treino pioraram muito em relação à época passada.
Juvenis B:
Os juvenis "B" conseguiram o apuramento para a segunda fase da segunda divisão distrital, contando com quatro jogos e quatro vitórias. No entanto, importa aqui fazer uma ressalva. No início da época, os directores criticaram os antigos responsáveis pela formação por utilizar atletas "A" nas equipas "B". Disseram que isso era contra os princípios da formação. Na última jornada da fase regular dos juvenis “B”, foram vários atletas “A” para fazer a diferença, pois se perdessem ou empatassem não passavam à fase final. O mesmo acontece nos Iniciados "B" em que as únicas vitórias conseguidas pela equipa aconteceram quando jogou a equipa "A".
Iniciados:
Quanto aos iniciados do nacional, no próximo Domingo decide-se tudo. Se ganharem passam à fase final, ou em primeiro (se a Académica perder) ou em segundo (se a Académica ganhar). Se empatar fica em terceiro (caso a Académica ganhe e o União de Coimbra ­que tem os mesmos pontos do Beira-Mar também ganhe). Só que em caso de empate ou derrota, o Beira-Mar não vai à segunda fase, isto porque só passam os dois melhores terceiros e, neste momento, há um clube a Sul que já tem mais pontos e o Gil Vicente, que tem os mesmos pontos que o Beira-Mar recebe o penúltimo. O Beira-Mar desloca-se a Oliveira de Azeméis, que está em quarto lugar, e vai sem o guarda-redes titular que foi expulso no jogo dos iniciados do distrital no último Domingo.
Em resumo, os Júniores vão descer. Nesta altura, apenas os Juvenis "B" estão lançados para subir da segunda à primeira divisão distrital, mas, se a equipa “A” falhar a subida ao nacional, não servirá de nada. Os Juvenis “A” ou ganham todos os jogos até ao fim (e já não dependem só deles próprios) ou não sobem e os Iniciados, ao contrário da época passada, ainda não garantiram a passagem à fase final.
Algumas notas soltas:
- Nenhum atleta da formação do Beira-Mar foi chamado à selecção nacional este ano;
- Os infantis e as escolinhas tiveram bons resultados desportivos mas o clube perdeu este ano muitos miúdos dos 6 aos 12 anos;
- O Beira-Mar não estará este ano na organização do Aveiro Cup em parceria com o Taboeira;
- Acontecimentos como aquele que envolveu recentemente o Coordenador Técnico da Formação e um roupeiro não dignificam em nada a instituição nem constituem uma boa referência para os jovens atletas.
ESCLARECIMENTO:
1 - O Sérgio Loureiro alertou-me hoje (02-03-2006) que a informação que consta no post sobre os iniciados é susceptível de causar dúvidas. Assim, em nome da transparência que defendo, esclareço que o Beira-Mar, apesar de ainda não estar apurado, está bem posicionado para conseguir passar à segunda fase. Apesar de ter os mesmos pontos que o União de Coimbra, o Beira-Mar tem vantagem no confronto directo. Ou seja, para o Beira-Mar se apurar basta fazer um resultado igual ao do União de Coimbra nesta jornada. Aqui fica o esclarecimento e o devido agradecimento público ao Sérgio.
2 - Ainda em relação aos iniciados, cumpre-me dar eco ao esclarecimento prestado pelo "corrector" na secção de comentários, uma vez que o meu colaborador admite que se possa ter equivocado em relação ao Gil Vicente e ao seu próximo adversário. Assim sendo, aqui fica o esclarecimento: «Quanto ao melhor 3º (...) o Gil Vicente pode ter os mesmos pontos só que tem mais um jogo, logo, na fórmula de desempate dos 3ºs lugares fica atrás do Beira-Mar se este empatar (....) o Guimarães, com quem o Gil Vicente vai jogar, está em 1º e não em penultimo... ».

terça-feira, 28 de fevereiro de 2006

Baile de Carnaval 2006

Ontem fui até ao Pavilhão do Beira-Mar ajudar a direcção dos UAN que coordena o serviço dos bares e confraternizar um pouco com o pessoal. No ano passado, apesar da "concorrência" de outros eventos na cidade, o pavilhão tinha estado bem composto. Este ano não foi diferente. Não consigo afirmar se esteve mais ou menos gente do que no ano passado, mas esteve uma boa casa. A malta das modalidades amadoras, que organiza o evento, terá uma ideia desses números através da bilhética. Importa realçar o bom ambiente que impera neste evento, sem registo de incidentes, onde as modalidades amadoras de pavilhão e os Ultras Auri-Negros cooperam, reforçando a força e a união do Sport Clube Beira-Mar que, como se prova, não se esgota no futebol.

FUTSAL: Beira-Mar vence e segue na frente


Ao vencer fora o Silvalde por 4-2, o Beira-Mar manteve o 1º lugar. A equipa auri-negra comanda a prova com mais 4 pontos que o 2º classificado que tem menos um jogo. O campeonato entra agora na sua fase decisiva e o Beira-Mar está em boa posição para discutir a subida de divisão. Contudo, nesta fase não são de esperar facilidades e é preciso não esquecer que pelo meio haverá ainda uma deslocação ao pavilhão do Lamas Futsal, precisamente, o 2º classificado. Aqui fica a classificação actual:




segunda-feira, 27 de fevereiro de 2006

Ao sabor do empate...

Saí do EMA desiludido. Esperava outro desempenho por parte do Beira-Mar. É certo que o Leixões fez um bom jogo mas nada justifica tanta apatia. À partida para este jogo, o Beira-Mar não tinha a liderança ameaçada, pelo que, a equipa tinha todos os motivos para estar tranquila e realizar um bom jogo. A verdade é que a "máquina" não funcionou. A bola jogou-se invariavelmente no meio-campo do Beira-Mar onde a equipa forasteira ganhava com relativa facilidade as segundas bolas, o que possibilitava o início de uma nova jogada de ataque, obrigando o Beira-Mar a recuar em demasia. O resultado (0-0) aceita-se e expressa a desinspiração de ambos os conjuntos. Na segunda parte, (talvez por já saberem que o Olhanense tinha perdido) tornou-se notória a intenção de ambas as equipas em não sofrer golos com vista a segurar o empate.
O Público...
Ficou aquém do que seria de esperar. Mesmo atendendo à carreira irregular da sua equipa, acreditava que o Leixões pudesse trazer cerca de três mil adeptos. Trouxe cerca de metade disso. Também do lado do Beira-Mar seria de esperar uma maior afluência. Este jogo, com estes preços e com um clima frio mas não adverso, tinha reúnidas as condições para ter mais público.
Comparativamente com o último jogo em casa, frente ao Marco (cerca de 4500 espectadores), estiveram neste jogo mais 1600 pessoas (Total: 6123). Tendo em conta que o Marco não trouxe a Aveiro mais de uma centena de adeptos e que não há razões substanciais para afirmar que o número de adeptos do Beira-Mar em relação ao último jogo em casa tenha sido menor (até porque a Bancada Poente - exclusiva para sócios do Beira-Mar - neste jogo esteve mais composta), aponto para os 1500, o número de adeptos do Leixões presentes. É óbvio que este número resulta de uma estimativa com base em fundamentos discutíveis e percepções pessoais. Ainda assim, não admito que seja posta em causa a isenção desta análise.
Os adeptos do Leixões, ainda que em menor número em relação às minhas expectativas, ajudaram a colorir as bancadas e proporcionaram um bom ambiente, sem registo de incidentes.
Os pseudo-leixonenses
Por último, uma palavra aos dois ou três pseudo-leixonenses que durante a última semana espalharam a sua ignorância e a sua estupidez aqui no BN e noutros blogues. Podem continuar o vosso rol de disparates pela blogosfera, podem vender a ideia de que estiveram 30000 Leixonenses no EMA esta tarde (não digam que foram mais porque é essa a lotação máxima do estádio). Podem o que quiserem, menos continuar a bombardear os visitantes assíduos deste blogue com os vossos comentários infantis e disparatados.

Foto 1: Jogo com o Marco / Foto 2: Jogo com o Leixões

sábado, 25 de fevereiro de 2006

O que eles dizem...

Augusto Inácio
"O Leixões é que está obrigado a ganhar"

Vitor Oliveira
"Preferia um adversário mais acessível"

Outro artigo relacionado aqui.