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domingo, 25 de outubro de 2009

Basquetebol, Beira-Mar 77 Sanjoanense 63

Nova vitória agora no derby com a Sanjoanense na segunda jornada da CNB1. O Beira-Mar chegou a estar a vencer por mais de 20pts mas a diferença foi encurtada nos últimos minutos. Mais uma prestação convincente do colectivo.
Quando Pedro Barbosa se retirou, Quinito disse que gostava de o arrendar para o ter a dar toques no quintal. Sinceramente, acho que quem se desloca ao Pavilhão do Alboi fica cada vez mais com uma ideia semelhante sobre o Rui Pedro. É uma violência saber que este é o seu último ano. Grande joga

Outros jogos:
2ªJornada, CNB1
Vale de Cambra 63 FCGaia 49
Porto B 86 Salesianos 58
Guifões 77 União Madeira 55
Olivais -Valença (Dom)
Infante Montemor-Atómicos (Dom)

CLASSIFICAÇÃO

CNB1 ZONA NORTE

J

V

D

PM-PS

FCPorto B

2

2

0

+44

Beira-Mar

2

2

0

+36

Guifões

2

2

0

+29

Vale de Cambra

2

2

0

+15

FC Gaia

2

1

1

+2

União da Madeira

2

1

1

-13

Atómicos

1

0

1

-7

Olivais

1

0

1

-9

Valença

1

0

1

-16

10º

Infante de Montemor

1

0

1

-16

11º

Sanjoanense

2

0

2

-15

12º

Salesianos

2

0

2

-50


Próximo jogo: 7 Novembro , Beira-Mar-FCPorto B, grande partida em perspectiva

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

SC Beira-Mar: Uma oportunidade única na crise

Estes são dias de angústia e de expectativa para todos os Beiramarenses, sócios e não sócios.
O SC Beira-Mar chegou à situação actual devido a um conjunto de factores que são do conhecimento de todos, desde o incumprimento da Autarquia dos Protocolos assinados, às penhoras dos ex-dirigentes, sobretudo, a mais uma acção judicial no valor de 1,008M€ intentada por todos os elementos da anterior direcção, que perspectiva uma nova penhora sobre as receitas do Clube, único activo que lhe resta livre, mas também, temos que reconhecê-lo, por culpa própria, do seu modelo de gestão completamente desadequado aos novos tempos.
Continuamos a confiar que o bom senso vai imperar e que o poder político reconhecerá no SC Beira-Mar um poderoso parceiro da sociedade civil aveirense, enquanto instituição de utilidade pública, não só na formação da juventude, mas também como instrumento para a implementação de uma nova centralidade na cidade, potenciando a recuperação para a cidade do investimento de 65M€ no Estádio Municipal de Aveiro (EMA), tornando-o um activo útil para a comunidade. A renegociação do protocolo terá que ser assumida por todas as partes e iniciar-se desde já. Para a racional gestão do Clube é fundamental a construção de um novo complexo desportivo nos terrenos adjacentes ao EMA - campos de treino para a prática do futebol, pavilhão e piscina - que alberguem as modalidades amadoras e a formação desportiva. Felizmente, a legislação consagra o princípio da impenhorabilidade das estruturas construídas ou adquiridas resultantes de contratos-programa. O contrato de gestão do Estádio será uma das peças negociais mais complexas. Na verdade, o actual modelo de gestão do EMA não faz qualquer sentido. O Clube e a Autarquia deverão criar um grupo de trabalho conjunto que repense a operacionalidade e finalidade das diversas áreas que o integram, tendo, em nossa opinião, como matriz de exploração, um enfoque social-lúdico-desportivo, bem como, uma avaliação transparente de compensações.
O poder político não se pode refugiar em argumentos de heranças de outrem. O executivo e a oposição têm idênticas responsabilidades na rentabilização dos activos do Município e estamos certos que não as enjeitam.
Confiamos, igualmente, que os ex-dirigentes do clube que exerceram funções no triénio 2005-2008, compreenderão em tempo útil que não é penhorando os activos do clube que serão ressarcidos, no curto prazo, dos créditos que reclamam. Pensamos que os ex-dirigentes serão decisivos nesta reflexão, nomeadamente, os senhores Capão Filipe e Caetano Alves que incorporaram o anterior executivo municipal, sendo o primeiro o actual Presidente eleito da Assembleia Municipal. Ambos aprovaram o último protocolo assinado entre o clube e a autarquia e, por isso, detêm informação privilegiada sobre todos os imponderáveis que fizeram dele um instrumento ineficaz. A sua responsabilidade político-social em todo este processo não pode ser por eles ignorada.
A manutenção das penhoras faz dos ex-dirigentes a única solução directiva para uma instituição de utilidade pública, o que perverte os princípios democráticos que deverão regular o movimento associativo no qual o SC Beira-Mar se inscreve e os Beiramarenses se revêm. Decerto, não quererão exercer o poder nestas circunstâncias. Como também dificilmente admitimos que um poder político legitimamente sufragado tenha condições de ter como interlocutores dirigentes que na prática são “donos” do Clube.
Por estas razões, pensamos que poderão ser criadas num curtíssimo prazo as condições que viabilizem uma solução directiva. Objectivamente, em nossa opinião, se o poder político assumir a renegociação do protocolo e se aqueles ex-dirigentes suspenderem as penhoras e assumirem um período de carência para reaverem os seus créditos (o que já acontece com alguns credores involuntários), estão criadas as condições para a governabilidade do Clube e da sua coesão neste período.
Contudo, o futuro do SC Beira-Mar não passa apenas pela criação destas condições de governabilidade. O seu modelo de gestão tem que ser muito rapidamente alterado. O futebol profissional é hoje um negócio “puro e duro”, o seu modelo de gestão deixou de ser compatível com a perspectiva de utilidade pública da Instituição, os objectivos são diversos, assim como, as expectativas de quem se revê e investe no futebol profissional não coincidem com as de quem apoia a formação desportiva e vê nas modalidades amadoras o objecto fundamental do Clube. Sobretudo, estas últimas actividades não podem estar subordinadas ao desempenho do futebol profissional e, muito menos, a uma equipa directiva que nele tudo aposta.
Em nossa opinião, do SC Beira-Mar deverão emergir duas novas entidades, mantendo nestas o Clube uma representação significativa que lhe permita defender a identidade dos valores e da marca. Uma com a função de gerir o futebol profissional e outra cuja missão será a de gerir a formação desportiva não especializada, focalizada na complementaridade do ensino básico, e a manutenção desportiva sénior, abrindo assim, a perspectiva da colaboração das pessoas singulares e colectivas no apoio a estas duas actividades do clube, tendo em conta a motivação acrescida de eventuais incentivos fiscais que este tipo de modelo legalmente poderá permitir, gerando assim os recursos mínimos necessários a uma abordagem profissional destas duas actividades. As modalidades deverão integrar a estrutura “mãe”, mas assumir um grau de autonomia orçamental mais elevado, tendo cada modalidade no seu Orçamento e Plano de Actividades Anual os instrumentos de gestão que as responsabilizem perante o Clube, assim como a criação da perspectiva estatutária de existência de sócios por modalidade e o incremento da sua representatividade num órgão consultivo a criar no âmbito do Clube.
O actual modelo de gestão está na origem não só da actual crise do Clube, mas é, sobretudo, um obstáculo a uma maior adesão da comunidade. Sentimos ao longo dos 15 meses de gestão do Clube uma enorme empatia dos aveirenses, mas sentimos que esta empatia não é facilmente transformada em adesão, pois esta está intimamente associada a valores e serviços que a comunidade valoriza e o Clube terá que oferecer. Com um modelo deste tipo, criaremos um Clube mais abrangente e mais responsável socialmente.
Vamos acreditar que, no próximo dia 20, teremos ultrapassada a actual crise directiva, mas vamos acreditar também que a Assembleia Geral do SC Beira-Mar, sem prejuízo das competências dos seus órgãos sociais, crie uma equipa de trabalho que repense e proponha, num curto prazo de tempo, um novo modelo de gestão para o Clube.
Neste quadro, proponho que:
- A nova Comissão Administrativa deverá ter um mandato bem definido no tempo e bem definido nos seus objectivos, onde a renegociação do protocolo com a autarquia será, a par com a gestão corrente, a sua grande missão.
- O novo modelo de gestão deverá ser definido no mesmo período de tempo do mandato da Comissão Administrativa, pretendendo-se assim que o novo processo eleitoral ocorra num SC Beira-Mar já refundado.
Nos momentos mais difíceis é que emergem os grandes dirigentes. Assim esperemos que aconteça com o SC Beira-Mar.
-
Emídio Martins
Ex.Vice-Presidente do SC Beira-Mar

Artigo publicado no Diário de Aveiro (16-10-2009)

LIGA BN - 7ªJornada - I Liga






SC Beira-Mar - GD Chaves


Sábado, dia 24, às 16.00 Horas

I Liga

Grande subida de Pedro Neves, que acertou no resultado.

1 João Oliveira 5 10
2 Mário Marinho 5 7
3 Pedro Moreira 5 6
4 Pedro Neves 5 6
5 Jqam/João Quintaneiro 2 5
6 Vitor Peixoto 4 5
7 Jota 5 5
8 Gabriel Baltazar 5 5
9 Su/Susana 3 4
10 Nuno Q. Martins 5 4
11 Da Rocha 4 2
12 Rui Nunes 5 2
13 Acácio Sequeira 2 1
14 Pedro Ribau 4 1
15 Ana Vinagre 5 1
16 João Cardoso 4 0

LIGA BN - 7ªJornada - II Liga






SC Beira-Mar - GD Chaves


Sábado, dia 24, às 16.00 Horas

A II Liga

Tudo na mesma

1 PN 4 7
2 Carlos Almeida 5 7
3 + BM2 5 7
4 Sportsman 4 5
5 Márcio Pinto 5 5
6 Bully 5 5
7 Adm + BeiraMar 5 4
8 Hugo Fernandes 5 4
9 António Neves 5 4
10 André Raio 3 3
11 S. Cruz 5 3
12 Bebe Agua 1 1
13 Tô Pissudo 2 1
14 Ricardo Pereira 2 1
15 José Cravo 3 1
16 Diogo 3 1
17 Ricardo Fernandes 1 0
18 Vera Lisboa 2 0

Triste, mas esperançado...

Saí triste desta terceira e última sessão da Assembleia Geral que se iniciou no passado dia 3 de Outubro. Depois das dificuldades que o clube teve para encontrar uma solução directiva em Junho de 2008, confesso que já não contava voltar a viver este "filme" 16 meses depois.

Ontem, os cerca de noventa associados que se dignaram a deslocar-se a esta reunião magna sairam frustrados. A maioria, deduzo, sem conseguir perceber os contornos das dificuldades de "última hora" que o Dr. Artur Moreira aludiu. Tal como o próprio referiu, foram desenvolvidos vários contactos no sentido de construir uma boa solução. Ora, tal como já venho a defender há muito tempo, uma boa solução para o clube será aquela que tenha capacidade de garantir a gestão corrente do clube mas, acima de tudo, perspectivar o seu futuro prosseguindo um modelo que torne a instituição independente do "pseudo-mecenato". Para que tal seja possível, é fundamental que se criem as condições básicas para que alguém se sinta confortável para avançar, com o apoio daqueles que estão disponíveis para colaborar e, sobretudo, daqueles que têm interesses patrimoniais no clube.
Que ninguém duvide que a missão não é nada fácil. Mas tenho esperança. Haja bom-senso por parte de quem tem nas mãos, neste momento, a possibilidade de viabilizar uma solução directiva para o clube e, haja engenho por parte daqueles que aceitem colaborar com a solução que venha a ser proposta. Assim espero.
-
A propósito da situação do clube e da possibilidade de se implodir o Estádio de Aveiro, li hoje umas declarações do Secretário de Estado, Laurentino Dias, que me custam a digerir: «Acho essa ideia um disparate. Não haverá ninguém em Aveiro, na região e no país a arranjar soluções que permitam cobrir o défice que o estádio está a trazer, por não ter um clube com peso para o manter?”, questionou. Desgosta-me, profundamente, que seja tão difícil de se conseguir a união dos Beiramarenses e dos Aveirenses em torno da defesa dos seus símbolos, das suas causas. Em vez de se promover a união de esforços em busca de soluções abrangentes, continua a existir quem prefira "dividir, para reinar". E assim vai prevalecendo a pobreza de espírito que nos empurra para estas humilhações.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Assembleia Geral, hoje, às 21:00.


Será, porventura, desnecessário estender qualquer comentário sobre o momento que o Sport Clube Beira-Mar atravessa ou sobre os motivos que lhe deram causa.

Importará, acredito, realçar a importância desta N/ Instituição. O SC Beira-Mar é um Clube de Aveiro que, desde 1922, promove e divulga o desporto aveirense.

Infelizmente, pelas vicissitudes próprias da condição humana, da sobreposição dos efeitos dos erros na projecção do trabalho até hoje desenvolvido, pela própria dinâmica intrínseca às pessoas colectivas, a algumas opções estratégicas que levaram ao definhamento, o Clube mais representativo do N/ Distrito prepara-se para atingir os seus 88 anos de vida assolado numa crise sem precedentes.

Esta Terça-Feira, pelas 21:00, os sócios (uma exígua parte daqueles que, acredito eu, amam este Clube) estão convocados para tomar uma das decisões mais importantes da história desta Instituição de Utilidade Pública.

A viabilização de uma solução directiva que perspective um “novo SC Beira-Mar”, que lhe defina um projecto e que lhe confira um rumo, é essencial para a sobrevivência do Clube.

Não me alongo em mais palavras, porque o tempo é de tomar decisões e trabalhar nelas.

Espero que logo à noite os SÓCIOS digam PRESENTE!

domingo, 18 de outubro de 2009

1ªJornada CNB1 - Defender para ganhar

Beira-Mar 69 Salesianos 47

Primeiro jogo da competição e vitória incontestável dos aurinegros. O Beira-Mar venceu todos os períodos da partida e só no arranque sentiu a equipa nortenha a morder os calcanhares.Boa defesa e percentagem de lançamento exterior elevada ditaram o desfecho da partida.

Beira-Mar: Daniel Costa (8), Mauro Nascimento (16), Nuno Alves (4), Henrique Simões (6), Bruno Santos (11); Rui Pedro (5), André Patarrana (14), Francisco Dias (2), Rui Martins (3), René Mota

1P 15-13, 2P 29-22, 3P 46-31 4P 69-47

Outros jogos:
Atómicos 62 Guifões 69
Sanjoanense 61 Vale de Cambra 62
Valença 72 FCPorto B 88
Gaia 65 Montemor 49
União Madeira - Olivais 89-80

CLASSIFICAÇÃO

CNB1 ZONA NORTE

J

V

D

PM-PS

Beira-Mar

1

1

0

+22

FC Gaia

1

1

0

+16

FCPorto B

1

1

0

+16

União da Madeira

1

1

0

+9

Guifões

1

1

0

+7

Vale de Cambra

1

1

0

+1

Sanjoanense

1

0

1

-1

Atómicos

1

0

1

-7

Olivais

1

0

1

-9

10º

Infante de Montemor

1

0

1

-16

11º

Valença

1

0

1

-16

12º

Salesianos

1

0

1

-22

sábado, 17 de outubro de 2009

Beira-Mar-Salesianos, estreia na CNB1 Basquetebol

PS - Entretanto o sorteio da Taça ditou a diputa como Angra Basket dos Açores os 16avos de final. Força beira-beira!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

"São espelhos da civilização madeirense"

Alberto João Jardim não está surpreendido com o sucesso que os "filhos" da Madeira têm alcançado. Nem tão-pouco perde a oportunidade de acompanhar aquilo que "qualquer madeirense" faz fora do território autónomo. A O JOGO, o presidente do Governo Regional da Madeira assume que vai procurar "resultados ao fim-de-semana" para saber como ficou o Beira-Mar. "Não conheço o Beira-Mar de agora, conheço-o desde sempre, porque não se pode falar de Aveiro sem falar do Beira-Mar." A postura de Leonardo Jardim e da sua equipa merece de Alberto João Jardim reconhecimento sociológico. "Onde está um madeirense, está a vontade de trabalhar e uma mentalidade de luta. O isolamento geográfico e a conquista da autonomia política, deu ao povo madeirense uma "civilização própria", diferente da do continente", acrescentando ser sabedor que "Leonardo Jardim e restantes madeirenses são espelho dessa civilização", concluiu. Alberto João Jardim aproveitou a conversa com O JOGO para deixar "votos de sucesso" aos conterrâneos.

Ver artigos aqui e aqui.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Em nome de um processo livre e democrático.

Ao ler esta notícia que dá conta da possibilidade, admitida pelo próprio, de José Cachide encabeçar uma lista para assumir os destinos directivos do clube, resta-me felicitá-lo pela iniciativa (mais vale tarde do que nunca!) e transmitir-lhe que, também eu, muito gostaria de apoiar ou integrar uma lista com o mesmo propósito. Mas, como é óbvio, não poderia prometer ao Sr. Cachide e aos restantes ex-dirigentes pagar-lhes, num curto prazo, os créditos que reclamam do clube. No entanto, se aceitarem cancelar as penhoras e conceder ao clube um período de carência, possibilitarão que o processo de eleição da próxima equipa directiva do clube seja livre e democrático, viabilizando o aparecimento de eventuais alternativas. Caso contrário, dão razão a quem afirmou que "os ex-dirigentes são, neste momento, os donos do clube".
Mais uma vez, reitero o meu apelo para que impere o bom-senso.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Inflexão?

Não vou tecer comentários nem tentar adivinhar as motivações desta inflexão no discurso de José Cachide. O clube passa por um momento muito complicado e é fundamental unir a massa associativa Beiramarense em torno do objectivo de salvar o Beira-Mar. Por isso, defendo que nesta altura as divergências do passado devem ser encostadas à prateleira. O importante é que se viabilizem soluções directivas para o clube. A autarquia terá, inevitavelmente, um papel muito importante. Mas não menos importante, também os ex-dirigentes, nomeadamente o próprio José Cachide e o ex-presidente Artur Filipe, devem concordar em conceder ao clube um período de carência e cancelar as penhoras sobre o património e créditos do clube. Devem, ainda, aceitar dialogar com os órgãos sociais do clube, designadamente, a Assembleia Geral e o Conselho Geral e respeitar o funcionamento democrático da instituição. É que se estes ex-dirigentes estão realmente interessados na salvação do clube, não consigo entender a ausência dos mesmos nas últimas Assembleias e na última reunião promovida pelo Conselho Geral para a qual foram expressamente convocados. Ainda pegando nas últimas palavras de Artur Filipe ao jornal Record (que parece ser o órgão escolhido pelos ex-dirigentes para tratar os assuntos do clube) em que este ex-dirigente refere que "não vamos retirar as penhoras e ainda bem que não o fizemos porque a demissionária Comissão Administrativa já teria delapidado todo o património do clube" (declarações retiradas da edição em papel do Record de 07-10-09), resta-nos saber se agora, que a CA já não se encontra em funções e por isso, no entendimento do Sr. Artur Filipe, já não poderá "delapidar todo o património do clube", se as penhoras movidas pelos ex-dirigentes serão efectivamente canceladas.
-
Ainda a propósito das declarações de Artur Filipe, cumpre esclarecer o próprio e, eventualmente, alguns associados. Para tal, cito o Art. 53º dos Estatutos do SC Beira-Mar: «O património imobiliário do Clube não poderá ser alienado, hipotecado ou por qualquer forma onerado pela Direcção, sem prévia autorização da Assembleia Geral.».