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sábado, 17 de abril de 2010

Fim-de-semana no Alboi

Na Quinta-Feira, em Barcelos (foto cedida pelo Pedro Nuno), a equipa de futebol sentiu apoio nas bancadas. Este fim-de-semana, as equipas de futsal e basquetebol também necessitam do apoio dos adeptos para alcançarem os seus objectivos. Todos ao Alboi é o repto que se lança aos adeptos auri-negros neste fim-de-semana! As nossas modalidades precisam de nós. Vamos dizer "presente"!
Informação sobre os respectivos jogos na coluna, do lado direito.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

estatisticas

Deixo aqui alguns pontos para refletir.
O Beira-mar no ultimo jogo entrou com 10! portugueses em campo. Apenas o Djamal é de nacionalidade estrangeira.
No banco estavam mais 4 portugueses e 3 estrangeiros.
É dos clubes que estão para subir aquele que tem a média de idades mais baixa.
O treinador Leonardo Jardim é o 3º treinador mais novo da liga vitalis, 35 anos.
O Beira-mar tem o melhor ataque da liga e ocupa o 6º lugar nos golos sofridos.
O Beira-mar é de longe e equipa que melhor futebol praticou nesta liga, sendo este facto diversas vezes referido na comunicação social e está espelhado na classificação geral.

Tudo isto para afirmar que todos nós temos que ter orgulho, confiança e crer na nossa equipa.
Faltam 3 finais. Vamos acreditar.

Mais uma achega sobre o EMA

Passados 7 anos se há algo que o recente Estádio Municipal de Aveiro conseguiu é ser tudo menos unânime. Eu pessoalmente sou dos que desde o início discordou da forma como tudo foi feito. Independentemente do bonito Euro 2004 que tivémos o prazer de assistir, considero que ainda hoje pagamos uma factura demasiado elevada de termos tido 2 jogos em Aveiro. O problema nisto é sempre a forma como as coisas são feitas, ou seja, sem pensar no futuro de uma forma equilibrada e racional. Decidiu-se, assim de repente, construir um Estádio sem pensar na forma como o iríamos viabilizar.

Se queríamos um Estádio para ter o Euro 2004, então após a competição que se tivesse demolido o mesmo (tal como foi feito em muitos estádios na Coreia no seguimento do mundial de 2002). Se queríamos um Estádio para ter o Euro 2004, e que ao mesmo tempo fosse um dinamizador do parque desportivo de Aveiro e um instrumento de alavancagem do Beira-Mar, então o "tiro" saiu completamente ao lado e alguém deveria ser responsabilizado por isto. Independentemente do gosto arquitectónico, o Estádio continua a ser um elefante branco que a cidade paga ano após ano. Não faltaram vozes a insultar a proposta de Ulisses Pereira sobre a possibilidade de implosão do Estádio. Eu pessoalmente, já o disse há muito tempo, é uma hipótese que deveriamos, pelo menos, considerar. Manter este elefante custa anualmente mais de 700 mil euros à cidade, isto sem contabilizar o impacto (negativo) desportivo e financeiro no Beira-Mar. Creio que está na altura de nos deixarmos de falar em cenários hipotéticos e avançarmos para soluções: ou aparece algum projecto de viabilidade para o Estádio (seja avançado pela Câmara Municipal de uma forma isolada ou através de uma parceria público-privada), ou eu, enquanto aveirense, não estou disponível para ver a autarquia pagar anualmente aquele monstro. Uma análise custo-benefício facilmente demonstrará o ruinoso projecto que foi este Estádio.

No meio disto só lamento que o Beira-Mar se veja metido dentro desta embrulhada. Somos um clube quase centenário que nunca pensou em arranjar casa própria nem em construír património, sempre graças a outras prioridades de "investimento". Já o disse mais do que uma vez: vejam-se os exemplos dos clubes que nos rodeiam, e comparem as suas infraestrutras com as que o Beira-Mar tem. Hoje, infelizmente, estamos dependentes da solução de um imbróglio que o poder político criou e que nunca nos soubemos salvaguardar. Como seria bom voltar costas a tudo isto, deixar o problema nas mão da autarquia e ir para a nossa casa. Se esta tempestade em que nos vemos metidos passar, ao menos que a História nos sirva para termos aprendido a lição.

Subscrevo na íntegra...

... as declarações de Hermínio Loureiro, em entrevista ao Diário de Aveiro, sobre o Estádio Municipal e sobre a possibilidade de constituição de uma SAD para o futebol profissional do SC Beira-Mar. (clicar na imagem para aumentar)
Quanto ao empate em Barcelos, penso que foi mais um jogo típico de "Liga de Honra", ou seja, muito disputado, mas geralmente mal jogado. O empate ajusta-se ao que se passou em campo. Relativamente à arbitragem, já vi o Pedro Henriques - que considero um dos melhores árbitros portugueses - a fazer melhor. Ainda assim, penso que não teve influência no resultado.
Uma palavra para os adeptos auri-negros presentes em Barcelos que, durante todo o jogo, deram um bom apoio à equipa.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Empate com sabor amargo!

Beira-Mar a entrar em campo desfalcado fruto das ausências de Kanu e Rui Sampaio, fazendo com que Yohan Tavares e Cuco assumissem um lugar no onze lançado por Leonardo Jardim. A equipa aveirense entrou em campo mais na expectativa deixando o Gil ter a posse de bola, saindo para o ataque pela certa. A primeira parte foi totalmente controlada pelo Beira-Mar apesar de ter menos posse de bola a equipa auri-negra ocupou os espaços na perfeição e não permitiu ao Gil Vicente criar situações de perigo. A estratégia revelou-se acertada quando aos 36 minutos Cuco depois de excelente trabalho individual atira de fora da área a contar. O Beira-Mar saia para o intervalo em vantagem.

Na segunda parte o Gil entrou à procura do empate como seria de esperar, só que o Beira-Mar começou a conceder mais espaços para as acções ofensivas dos homens de Barcelos. Apesar de alguns calafrios, o Beira-Mar ia aguentando as suas redes inviolaveis até que aos 77 minutos José Luis de cabeça não dá hipoteses de defesa a Bruno Conceição e estabelece a igualdade final. Até ao final registo para um livre estrondoso de Djamal com a bola a raspar no poste da baliza de Márcio e Rui Varela na pequena área a desviar centro de Wang para fora.

Faltam 3 finais, duas delas em casa, há que acreditar... FORÇA BEIRA!!!

terça-feira, 13 de abril de 2010

EMA, sempre o EMA!

O meu amigo Bruno Martins, crítico acérrimo do EMA, mas devidamente fundamentado, "pergunta" nas redes sociais se gostamos do dito EMA.
Responder, para mim, é tão simples quanto complexo. Porque o EMA é-me indiferente!
As razões são variadas e a ordem pela qual as exponho é arbitrária:
- Não tem qualquer identificação ( cores, símbolos, etc.) com o SC Beira-Mar ou com a cidade.
- O arquitecto que o pariu nunca deve ter pensado que ia ali alojar-se um clube e, por isso, desenhou-o "neutro".
- Está imcompleto! Um centro de estágio mal construído que se vai degradando; faltam campos de treino e infra-estruturas para as camadas jovens. Este "esquecimento" demonstra que não foi pensado para alojar o SC Beira-Mar. Ou, então, quem o "pensou" deve perceber muito pouco de futebol!
- A distribuição e separação das bancadas são desadequadas face aos compromissos desportivos de um clube residente.
- Má planificação e deficitária rede pública de transportes para o estádio. Para um jogo que aí se realize de quando em vez, menos mal, mas para quem lá jogue e treine regularmente, não funciona.
- A maioria dos estádio construídos nessa altura foram complementados com hotéis e centros comerciais. O espaço onde se situa o EMA é um vazio desolador!
Mas, pior do que tudo isto é o perpétuo mal-estar entre os sucessivos corpos sociais do SC Beira-Mar e a administração deste património municipal.
Artur Filipe e José Cachide não se entenderam com os responsáveis do EMA, Mano Nunes e seus pares também não e actual Comissão Administrativa já confessou o desalento para negociar, face à postura da CMA. Pelo meio, o dr. Jorge Greno procurou soluções para constituir uma CA e esbarrou com o autismo camarário.
Quem não tem "papas na língua" e diz o que pensa é Leonardo Jardim. Pôs o "dedo" numa das feridas - o profissionalismo. E causou uma dôr tremenda à Câmara de Aveiro.
Jardim tem razão e fez muito bem em falar no assunto da relva. Quem não fez nada bem foi o responsável camarário que se prontificou a responder. Se fossem tão rápidos a agir e colaborar como foram a responder, tudo correria, com certeza, muito melhor. Foi uma resposta precipitada, parecendo mais um repto a um partido da oposição que contestava uma qualquer taxa municipal do que a um clube da cidade que "clama" por justiça.
A Câmara de Aveiro não tem sensibilidade para lidar com os problemas de um clube histórico, bandeira da cidade. E isto nada tem a ver com partidos políticos, mas com sensibilidades, pessoas e projectos. Câmaras municipais cujos executivos pertencem à mesma família política da de Aveiro têm posturas diferentes. E os exemplos são imensos. Citemos apenas um, que fica mais próximo geograficamente : Oliveira do Bairro. Há bem pouco tempo a câmara municipal dessa autarquia bairradina "ofereceu" novos balneários ao futebol de formação e o próprio presidente da câmara veio a terreiro, publicamente, defender os interesses do Oliveira do Bairro SC, por ser o clube mais representativo do concelho. Enfim, posturas diferentes, objectivos diferentes, diferente sensibilidade em relação a um "diamante" que urge preservar.
Oxalá me engane, mas os problemas EMA/SCBM/CMA não terão fim tão cedo. Quer o clube suba ou não.
Se não subir, talvez ponha termo a um grande problema para o executivo camarário aveirense: O SC Beira-Mar dificilmente resistirá a mais uma época na "vitalis".
Então, será o fim dos problemas do EMA. Como não há ninguém que lá queira jogar, vai caindo aos poucos, evitando os aborrecimentos e custos que são exigidos a uma implosão.

Ainda a propósito do jogo com o Santa Clara...

Gostei:
- Da atitude da equipa. Apesar do desacerto colectivo, individualmente senti nos jogadores vontade de vencer o jogo, ao contrário do que aconteceu, por exemplo, contra o Fátima e Freamunde, onde a apatia geral prevaleceu.
- De mais uma exibição segura de um jogador de que "ninguém" fala: Pedro Moreira. O nosso defesa/lateral direito tem realizado uma época muito boa. Muito regular nas suas exibições, onde revela segurança a defender e não se coíbe, quando pode, de atacar.
- Do ambiente nas bancadas. O facto dos estudantes não pagarem entrada já está a produzir efeitos na atmosfera que se vive no estádio. Muita gente nova nas bancadas e um ambiente muito mais entusiasta. Consegue-se mais apoio à equipa, a consequente valorização do espectáculo e acredito que assim se semeia o gosto pelo Beira-Mar. Acho que esta aposta do clube deve ser para continuar.
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Não Gostei:
- Da ala esquerda do Beira-Mar. Tenho a convicção de que o Pedro Araújo é melhor defesa/lateral esquerdo do que o Igor Pita. Ambos defendem bem, mas o Pedro Araújo é mais completo e, a jogar em casa, é importante ter um lateral que, à semelhança do Pedro Moreira, invista a atacar pela sua ala. Se a equipa tem dois médios defensivos, um deles terá sempre de compensar essas subidas dos laterais no terreno. É fundamental para se conseguir criar superioridade na linha e provocar desequilíbrios.
- Do Yohan Tavares a "trinco". Acho que naquela posição, a equipa fica a jogar com menos um jogador. O Tavares é um bom defesa central, mas a jogar a trinco, nem é útil a atacar (tem dificuldade no processo de construção), nem é útil a defender (não tem sentido posicional). A fraca exibição do Rui Sampaio neste jogo explica-se, em boa parte, pelo fraco rendimento do seu colega do lado.
- Da apatia de Leonardo Jardim neste jogo. Após a expulsão do defesa-esquerdo do Santa Clara, esperava que o técnico auri-negro mexesse logo na equipa, explorando aquele período imediato em que a equipa açoreana teria de se reajustar. Era aquele o momento de tirar partido da expulsão, mas a primeira substituição demorou dez minutos, o tempo suficiente para o Santa Clara se adaptar à nova composição da sua estrutura defensiva. Quando o equilíbrio é a nota dominante, o desequilíbrio só se consegue no aproveitamento dos detalhes. Até final, a vantagem numérica do Beira-Mar em campo não se notou e pertenceram ao Santa Clara as melhores situações de golo.
- Do facto do Bar da Bancada Norte estar fechado. Além de se ter perdido uma oportunidade de realizar uma boa receita, é uma tremenda falta de respeito pelos sócios e adeptos. Para atenuar esta falha, devia ter sido permitido aos espectadores da Norte deslocarem-se à Poente no intervalo. Mas nem isso foi permitido. A tratar mal as pessoas que até estão dispostas a gastar dinheiro no estádio, não vamos longe...
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Quinta-Feira: Rumo a Barcelos!!!
Por apenas 10€ (autocarro + bilhete), todos aqueles que pretendam dar o seu apoio à equipa nesta fase decidiva poderão deslocar-se a Barcelos nesta Quinta-Feira. O cartaz com as informações relativas a esta deslocação encontra-se publicado na coluna, do lado direito.
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Eh Beira allez,
A Tua Força, a Nossa Fé,
Sempre na Bancada,
Nunca vemos na Tv!!!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

LIGA BN - 27ª Jornada - I Liga



Gil Vicente - SC Beira-Mar
Quinta, dia 15, às 20.15 Horas
Jogo dá na Sport TV

I Liga

1 João Oliveira 25 34
2 Mário Marinho 25 33
3 Pedro Moreira 22 32
4 Vitor Peixoto 21 24
5 Rui Nunes 24 23
6 Jota 24 21
7 Ana Vinagre 24 21
8 Nuno Q. Martins 24 19
9 Pedro Neves 22 17
10 Jqam/João Quintaneiro 11 15
11 João Cardoso 20 14
12 Su/Susana 18 13
13 Gabriel Baltazar 15 11
14 Acácio Sequeira 13 9
15 Da Rocha 12 5
16 Pedro Ribau 12 5

LIGA BN - 27ª Jornada - II Liga



Gil Vicente - SC Beira-Mar
Quinta, dia 15, às 20.15 Horas
Jogo dá na Sport TV

II Liga

1 + BM2 25 34
2 Márcio Pinto 24 32
3 António Neves 25 32
4 Sportsman 22 31
5 Carlos Almeida 24 30
6 André Raio 21 28
7 S. Cruz 22 28
8 PN 24 28
9 Adm + BeiraMar 25 25
10 Tô Pissudo 20 22
11 Bully 22 21
12 Vera Lisboa 22 21
13 José Ribeiro 9 12
14 Hugo Fernandes 11 10
15 LS Cantanhede 7 9
16 Ricardo Fernandes 5 6
17 Diogo 4 3
18 José Cravo 11 2
19 Bebe Agua 1 1
20 Ricardo Pereira 2 1
21 Lei Sem Código 1 0

domingo, 11 de abril de 2010

A quatro jornadas do fim...

(clicar em cima da imagem para aumentar)

10º ANiversário!

Fundados em 2000, os Ultras Auri-Negros comemoram este ano o décimo da sua existência. Dez anos de ininterruptos de apoio ao SC Beira-Mar que merecem uma comemoração especial.
Nesse sentido, a CA dos UAN decidiu lançar um concurso para a criação de um logótipo auri-negro alusivo ao décimo aniversário dos UAN. As propostas serão, numa primeira fase, analisadas por um júri que seleccionará as três propostas que serão submetidas à votação dos associados auri-negros.


Regulamento do Concurso

Envio das Propostas e data limite: As propostas devem ser remetidas em formato jpg para o endereço electrónico: ultrasaurinegros@gmail.com até ao final do dia 25 de Abril, acompanhadas do nome e contacto de telefone ou telemóvel do autor.
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Júri: Todas as propostas recebidas serão submetidas à apreciação de um júri composto pelos três presidentes dos Ultras Auri-Negros ao longo dos 10 anos (Nuno Quintaneiro, Hugo Paulo e Bruno Vieira) que seleccionarão os três logótipos que serão colocados à votação dos sócios dos UAN.
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Votação: Depois de seleccionados pelo júri, os logótipos serão publicados no blog dos UAN e os sócios poderão votar no seu preferido, por e-mail, indicando o nome e respectivo número de sócio.
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Prémios: Os autores dos três logótipos seleccionados serão gratificados com uma lembrança aquando das comemorações do 10º ANiversário.
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Direitos de Autor: As propostas de logótipos que nos enviarem destinam-se exclusivamente à participação neste concurso e, eventualmente, à sua utilização em suportes e material a realizar pelos UAN, não sendo permitida a sua utilização por terceiros sem a prévia autorização dos autores.
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Participem! Sejam criativos e enviem as vossas propostas até ao dia 25 de Abril!

Beira-Mar 1-1 Santa Clara!

No encontro de eleição da 26ª jornada da Liga Vitalis, a nossa equipa actualmente no primeiro lugar defrontava o Santa Clara que era 2º classificado. Perante uma casa composta, Leonardo Jardim lançou novamente Élio no onze titular depois de cumprir castigo, Pedro Araújo voltou a receber a confiança do técnico e Wang Gang fruto da lesão contraída por Artur a saltar igualmente para o onze titular.

O jogo começou como já vem sendo habito nos últimos tempos, golo dos visitantes! Canto da esquerda do ataque dos açorianos, e, Leandro Tatu que não era dos mais altos em campo, antes pelo contrário, a desviar de cabeça para o fundo das redes. O Beira-Mar chegou ao empate por intermédio de Kanu em situação idêntica ao golo dos forasteiros só que desta feita, o central auri-negro apareceu a cabecear ao 2º poste. 14 minutos, dois golos, perspectiva-se um encontro com grandes motivos de interesse mas tal não se veio a verificar. Até final da primeira parte pouco mais a registar.

Na segunda parte manteve-se a toada de equilíbrio que se esperava ser desfeita, em favor dos auri-negros, à passagem do minuto 56 Stopira é expulso por acumulação de amarelos (ambas as faltas sobre Wang Gang). O que é certo é que o Santa Clara esteve sempre mais perto do golo que os aveirenses, foi valendo Bruno Conceição a evitar por duas vezes o golo uma delas de especial dificuldade, quando Tatu bateu Hugo em velocidade e isolado rematou para defesa com a perna direita de Bruno. O técnico auri-negro ainda mexeu na equipa metendo Yartey e Sidnei mas nada se alterou continuando a equipa passiva e a deixar jogar o Santa Clara com relativa tranquilidade. 1-1 final ajusta-se mas a haver um vencedor teria de ser o Santa Clara pelo que jogou e batalhou a jogar com menos um elemento.

Notas finais para a necessidade de descanso de Rui Sampaio que anda claramente em baixo de forma nos últimos encontros, Igor Pita talvez esteja na hora de ceder o lugar a Pedro Araújo de forma a tornar a equipa mais "fresca" nas jornadas que restam. A ausência de Djamal está longe de justificar qualquer resultado e exibição menos positiva uma vez que o chadiano jogou nos últimos jogos em casa onde se verificou a mesma passividade do encontro de ontem.

Força Beira faltam 4 finais, nós acreditamos!!!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Leonardo Jardim acusa a EMA de amadorismo no tratamento da relva

O treinador do Beira-Mar está indignado com a forma como tem sido tratado o relvado do Estádio Municipal de Aveiro. Leonardo Jardim abordou o tema na sequência da lesão do médio Djamal, que sofreu um estiramento de ligamento, ontem, à tarde, alegadamente devido às condições do relvado. Para o treinador da equipa de Aveiro há falta de cuidado da empresa do Estádio Municipal de Aveiro com uma parte essencial do processo de treinos do clube.
“Estou aqui há um ano e nunca vi aproximação de quem quer ajudar às conquistas. Pelo contrário. Têm prejudicado no tratamento da relva. Os campos no antigo estádio são tratados por um ex-jardineiro e estão melhor que o principal. Sabem porquê? Porque as pessoas não necessitam de ganhar ao fim-de-semana. Necessitam de ter os seus trabalhos. E este grupo precisa de ganhar para crescer na vida”, disse Leonardo Jardim em declarações ao início da tarde.
O treinador manifestou-se irritado com a qualidade da relva do estádio municipal de Aveiro. Diz que ao longo do ano sentiu amadorismo e falta de profissionalismo. “O relvado apresenta todas essas deficiências ao longo do ano. A única justificação que tenho é ser tratado de forma amadora, pouco profissional e é o nosso utensílio de trabalho mais importante”, sublinha o técnico que remate com uma resposta sobre aquilo que é visível em dia de jogo. “Está verde mas também tenho jardim em casa e está mais verde que este”.
Leonardo Jardim num ataque à forma como a empresa do estádio cuida das instalações. (ver vídeo das declarações aqui).
Entretanto, o vereador da CMA e Presidente do Conselho de Administração da EMA reagiu e classificou como "vergonhosas"as afirmações do técnico do Beira-Mar.
Enfim...

terça-feira, 6 de abril de 2010

Perguntas e Respostas sobre a Proposta de SAD

A Comissão de Estudo que elaborou o Relatório e Proposta de Constituição de uma SAD para o Futebol Profissional do SC Beira-Mar preparou um conjunto de "Perguntas e Respostas" que visam esclarecer os associados do Clube quanto aos pontos essenciais da referida Proposta, bem como, outras dúvidas que têm sido reiteradas em diversos fóruns.
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Quaisquer críticas, sugestões ou pedidos de esclarecimento sobre esta matéria devem ser remetidos para o seguinte endereço electrónico: projecto.sad@gmail.com.
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Em que consiste uma SAD?
As Sociedades Anónimas Desportivas têm uma estrutura juridicamente semelhante às Sociedades Anónimas comuns. São sociedades em que o seu capital está dividido em acções e o Clube pode participar com um capital equivalente, entre 15% a 40% das acções. A principal diferença entre uma S.A. e uma S.A.D. residente no conjunto de direitos que a legislação consigna aos Clubes, muito semelhantes ao regime que as “Golden Share” reconhecem ao Estado, sendo este minoritário no Capital das Empresas em que participa.
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O SC Beira-Mar será transformado numa SAD?
Não. A Proposta prevê apenas a personalização jurídica da equipa de Futebol Profissional, a qual será autonomamente gerida pela SAD, na qual o Clube terá sempre salvaguardada a sua participação. O SC Beira-Mar, enquanto Clube, continuará a existir e a desempenhar o seu papel social de promoção da prática desportiva, através das suas modalidades.
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Em que consiste a participação do clube na SAD?
Além de participar no capital da SAD, o Clube estará sempre representado no Conselho de Administração da SAD. Note-se que esta representação contém poderes especiais, dos quais se destaca o direito de veto das deliberações que tenham por objecto a fusão, transformação ou dissolução da sociedade, a alteração dos estatutos, o aumento e redução do capital e a mudança de localização da sede. Estes direitos conferem ao Clube uma enorme capacidade negocial com os restantes accionistas, pois permite-lhe colocar em cima da mesa contrapartidas para a sua viabilização.
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Estando o SC Beira-Mar numa situação financeira extremamente difícil, como é que poderá reunir os recursos necessários para participar numa SAD?
A lei prevê que o Clube pode participar em dinheiro ou em espécie. Devido aos constrangimentos financeiros que são do conhecimento público, o Clube tem que perspectivar a sua participação em espécie, isto é, com activos que não coloquem ainda mais em causa a sua tesouraria. Os direitos desportivos inerentes ao actual plantel profissional de futebol e, eventualmente, a marca são os activos passíveis de valorização objectiva que poderão constituir a participação do Clube na SAD. O Pavilhão e a fracção no Centro Avenida, os únicos bens imóveis de que o Clube é proprietário, permanecerão na sua esfera.
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No caso da marca também integrar o capital social da SAD, não fica o clube impedido de capitalizar este meio de realização de receitas?
O clube deve negociar com a SAD a partilha deste activo ou, em contrapartida, se não tiver condições para a sua exploração, uma participação nos lucros da sua exploração comercial por parte da SAD. Por princípio, não defendemos a entrada da Marca no Capital Social, pois pensamos não existir essa necessidade. As condições de cedência à SAD do direito de utilização da imagem, símbolos, logótipos, marcas e emblemas do Clube para serem utilizados em todo o tipo de comercialização, publicidade e merchandising deverão ser estabelecidas em contrato autónomo que salvaguarde, pelo menos, que 10% do valor da receita líquida reverterá a favor do Clube.
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Alguns passivos do Clube passam para a SAD?
Sim. Desde logo, aqueles que se prendem com a utilização, por parte da SAD, dos direitos desportivos que são transmitidos do Clube para aquela estrutura, nomeadamente, todas as dívidas afectas a contratos e direitos desportivos que sejam impeditivos da inscrição da equipa profissional de futebol nas competições da LPFP.
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Propõe-se que a SAD seja constituída por um Capital mínimo de 500.000€. Este capital não será insuficiente?
O valor de €500.000,00 é o mínimo estabelecido pela legislação para a participação na Liga de Honra. Se a participação for na primeira liga, este valor terá de ser, no mínimo, €1.000.000,00. Efectivamente, o valor de meio milhão de euros será exíguo na perspectiva do desenvolvimento da actividade da SAD. Contudo, temos de ter em linha de conta que competirá à SAD estabelecer o projecto que quer implementar dimensionando, em função deste, a estrutura financeira necessária. Na óptica de um projecto ambicioso, perspectivamos a inevitabilidade de realizar aumentos de capital.
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E que condições terá o Clube para acompanhar aumentos de capital?
A proposta de participação inicial do Clube na SAD é, como já dissemos, de 40% do Capital Social e propõe-se ainda que, em operações de aumento de capital, o clube possa ver reduzida a sua participação prioritariamente a favor dos seus sócios e de entidades institucionais, até ao limite mínimo que a lei prevê (15%). A este propósito, importa referir que o clube pode diferir a realização de 50% da sua participação, se esta for em dinheiro, por um período de dois anos. Neste quadro, será possível ao Clube encontrar mecanismos de subscrição de Capital.
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A Proposta aponta para uma posição minoritária do Clube no seio da SAD, o que não aconteceu na generalidade das SAD nacionais...
Os clubes encontraram na lei uma saída que permite a sua participação directa em 40% do Capital – convertível em acções do tipo A que conferem direitos especiais – e participação indirecta através duma Sociedade Gestora de Participações Sociais – geralmente 100% detida pelos Clubes – que lhes confere a maioria do Capital da sociedade e, dessa forma, o controlo da sociedade. Na prática, o que aconteceu foi que os Clubes e as SAD continuaram a ser geridas pelos mesmos dirigentes, transferindo para as SAD os vícios da gestão dos Clubes. Na prática, nada mudou. A única vantagem nos casos de insucesso é que o Clube Associativo, Instituição de Utilidade Pública, não viu a sua situação agravada pelo insucesso da SAD. Acresce que a realização do capital social naquelas condições teve muito de engenharia financeira e pouco de liquidez.
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A participação do Clube não põe em causa o estatuto de Instituição de Utilidade Pública?
Não. A participação do Clube na sociedade por via directa goza de direitos especiais legalmente consagrados por força do seu estatuto de Utilidade Pública. Com a “separação das águas”, o Clube reforça a sua missão de fomento da prática desportiva e o seu ecletismo, tornando transparente a aplicação dos subsídios oficiais a que tem direito pelo cumprimento desta missão, assim como, não deixa margem para dúvidas quanto à aplicação de donativos privados, potenciando o acesso ao Mecenato.
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Quais serão os investidores na SAD?
Neste momento, ainda não é possível identificar quem serão os investidores, uma vez que ninguém está disponível para se comprometer com este projecto sem conhecer primeiro as condições que o Clube coloca. Cabe ao SC Beira-Mar definir, em primeira instância, em que termos e condições está disposto a participar numa SAD. Só depois de aprovada uma Proposta concreta é que será possível firmar compromissos com potenciais investidores e torná-los do conhecimento público.
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Na fase de arranque da SAD, que perfil de investidor interessa ao SC Beira-Mar?
O início de qualquer projecto empresarial, no âmbito das sociedades anónimas, carece de uma definição muito clara quanto ao posicionamento e à estratégia dos accionistas fundadores. Pensamos que para o sucesso da SAD do SC Beira-Mar, o Clube deverá privilegiar investidores locais, que conheçam bem a realidade do Clube e do tecido empresarial da região e que, preferencialmente, tenham know-how sobre o negócio do futebol.
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Como se processará a constituição da SAD?
Num primeiro momento, os sócios terão de aprovar uma Proposta que autorize e defina os termos e condições em que o Clube poderá participar numa SAD. Dado esse passo, competirá ao órgão executivo do Clube encontrar o conjunto de accionistas fundadores da SAD que serão os parceiros estratégicos do Clube na operação de constituição da SAD. Uma vez constituída, aquando da realização do seu primeiro aumento de capital, o mesmo será aberto aos associados do Clube que poderão subscrever acções se assim o desejarem.
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Quais as vantagens que o Clube terá ao participar na SAD?
As vantagens começam logo naquilo que podemos chamar de “separação das águas”, ou seja, o que é profissional é gerido por profissionais e o que é amador é gerido por voluntários. O papel destes, que são os verdadeiros representantes do movimento associativo, que emergem da comunidade e para ela trabalham, sai reforçado. Existe uma maior transparência nos processos de gestão, nos objectivos e na aplicação dos recursos reunidos. O Clube “regressa” ao movimento associativo e à economia social, enquanto a SAD integra-se no mundo empresarial a que o futebol profissional pertence já há décadas. O sentimento de perda que os sócios tendem a transmitir aquando da constituição das SAD é um sentimento infundado pela simples razão de que já há muito perderam influência no que ao futebol profissional diz respeito, restando-lhes a esperança que surja um milionário que assuma os destinos do Clube e que, Domingo a Domingo, possam apoiar o seu Clube.
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E desvantagens?
Desde que acautelados os direitos do Clube e dos seus Sócios quanto à participação e subscrição do Capital Social da SAD, bem como, o acesso privilegiado dos Sócios do Clube aos eventos promovidos pela SAD, não descortinamos qualquer desvantagem. A este propósito, a Proposta já prevê um conjunto de direitos especiais do Clube na SAD, os direitos dos Sócios do Clube na SAD, e, ainda, um conjunto de condições mínimas que privilegiam os associados do Clube que a SAD deve respeitar.
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E quanto à gestão da SAD, como poderá o Clube intervir?
As principais decisões de gestão serão assumidas pelo Conselho de Administração da SAD, o qual será formado de acordo com a vontade dos accionistas. No entanto, no sentido de evitar eventuais situações que coloquem em perigo a continuidade da sociedade nas competições profissionais no final dos primeiros 5 anos de actividade, propomos que o(s) represente(s) do Clube no Conselho de Administração possa(m) vetar o orçamento da sociedade a partir do quarto exercício no caso de se verificar que o capital da sociedade não corresponde a 30% da média dos orçamentos dos primeiros três anos (exigência legal a partir do quinto ano de actividade).
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Em caso de insolvência da SAD, o Clube fica impedido de participar nas ligas Profissionais?
Sim, da mesma forma que, actualmente, se não dispuser dos recursos financeiros necessários para inscrever e manter a sua equipa de Futebol na Liga Profissional é relegado para as competições federativas.
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Existem casos de SAD mal sucedidos?
Sim, é um facto. No entanto, a questão que deve ser colocada é a de saber o que teria acontecido aos clubes que participavam nessas SAD, caso não tivessem autonomizado o seu Futebol Profissional. Arriscamos dizer que, por certo, ter-se-iam extinguido. Os Clubes cujas SAD sucumbiram continuam a cumprir a sua missão social, inclusivamente, alguns estão num processo de “refundação” fiéis ao seu rico historial, o que não aconteceria se integrassem o futebol profissional. Há que ter em atenção que a generalidade das SAD enfermaram, na sua constituição, de erros que hoje estão diagnosticados e que o SC Beira-Mar tem que evitar. Desde logo, não deve ambicionar deter a maioria do Capital, optando por entregar a sua gestão a profissionais do sector e que assumam o lucro como um dos objectivos. Outra recomendação a observar passa por não sobreavaliar os activos do Clube que passam para a SAD, apenas com o intuito de possuir uma participação elevada no Capital, pois a perda de um desses activos sem que a sua valorização se verifique, significará nos exercícios seguintes a amortização do valor da sua avaliação e, consequentemente, a diminuição em igual valor da situação líquida da sociedade. Por último, a gestão das SAD tem que observar as boas regras da gestão evitando que os custos com pessoal ultrapassem os 60% das receitas. Se a constituição da SAD do SC Beira-Mar tiver em atenção estas recomendações resultantes da experiência de SAD que já existem em Portugal, acreditamos que estão reunidas as condições para a SAD Beiramarense ter sucesso.
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Em que condições ficará o Clube depois de constituída a SAD?
Não ficará nas melhores condições financeiras, mas tem a vantagem de conhecer as condições de partida para a sua recuperação. Será necessário um enorme esforço de negociação com os credores e uma grande criatividade na angariação de receitas. O Clube guardará para si algum valor das quotizações, ficando liberto para aceder, sem reservas, ao Mecenato local e aos apoios públicos destinados ao fomento da prática desportiva, sabendo que todas as receitas que angariar serão afectas à sua gestão. Um projecto de sucesso para o Futebol Profissional, no âmbito da SAD, ajudará bastante o Clube que não deixará de capitalizar, de forma directa, percentagens sobre transferências futuras de atletas da sua formação, sobre o merchandising, podendo negociar com a SAD a participação desta nos custos da Academia de Futebol. De forma indirecta, o Clube poderá ambicionar aumentar as receitas com a adesão de novos sócios, na comercialização de produtos de merchandising e outros, em eventos por si levados a cabo nos jogos da equipa de Futebol Profissional em casa, tal como a proposta de contrato a celebrar com a SAD prevê. Se, porventura, o desempenho do Futebol Profissional for negativo, o mesmo não afectará tão negativamente o Clube como hoje acontece.
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No caso da não constituição da SAD, que futuro se pode perspectivar para o SC Beira-Mar?
Actualmente, torna-se praticamente impossível perspectivar o futuro do Clube sem o investimento que a constituição da SAD comporta. Para haver futuro no curto prazo, só a perspectiva da gestão do Clube vir a ser entregue a um Mecenas que assuma que vai deixar no Clube alguns milhões de euros, sabendo que terá no Futebol Profissional o seu principal enfoque, senão mesmo o único. Caso esse Mecenas perspective a recuperação do seu dinheiro, terá que permanecer à frente dos destinos da agremiação por um longo período, porque se o retirar assim que o Clube liberte o que investiu, estará a colocar o Clube novamente dependente doutro eventual Mecenas.
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O crédito que o Clube reclama sobre a Autarquia passará para a SAD?
Não. Os valores que o Clube reclama do Município de Aveiro, resultantes dos sucessivos protocolos, dizem respeito a compromissos assumidos entre a CMA e o SC Beira-Mar, pelo que, deverão ser negociados pelo Clube e permanecerão no seu âmbito.
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Em que estádio jogará o SC Beira-Mar se a SAD for constituída?
Esta é uma questão que só o Conselho de Administração da futura SAD poderá responder. No entanto, sabendo-se que o Clube terá sempre um ou mais representantes naquele órgão, o Clube terá sempre uma palavra a dizer sobre esta matéria.

LIGA BN - 26ª Jornada - I Liga



SC Beira-Mar - Santa Clara
Sábado, dia 10, às 17.00 Horas
Jogo dá na Sport TV

I Liga

1 João Oliveira 24 34
2 Mário Marinho 24 33
3 Pedro Moreira 21 32
4 Vitor Peixoto 20 24
5 Rui Nunes 23 23
6 Jota 23 21
7 Ana Vinagre 23 21
8 Nuno Q. Martins 23 19
9 Pedro Neves 21 17
10 Jqam/João Quintaneiro 11 15
11 João Cardoso 20 14
12 Su/Susana 17 13
13 Gabriel Baltazar 14 11
14 Acácio Sequeira 12 9
15 Da Rocha 11 5
16 Pedro Ribau 12 5