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sábado, 7 de janeiro de 2006

Augusto Inácio em discurso directo

«Felizmente, temos aqui no Beira-Mar uma política séria, com pessoas que sabem respeitar os compromissos e sabem ter uma política definida nesse sentido. O Beira-Mar escolhe jogadores de qualidade, tendo em conta aquilo que verdadeiramente lhes podemos pagar e temos que utilizar as nossas armas. Por isso recorremos aos jogadores à experiência, por isso tentamos ter jogadores e depois não os conseguimos: é que o Beira-Mar está empenhado em cumprir as obrigações e escolhe os jogadores nesse sentido! Baratos e de qualidade é o nosso objectivo e por isso temos que recorrer à análise, vê-los à experiência e detectar se podem ser úteis ao projecto. Conseguimos isso com o Diakité, por exemplo. Por isso estamos neste momento ainda a definir o plantel e a contratar mais um jogador.
Quero igualmente deixar uma nota sobre o Sport Club Beira-Mar nesta data, em que comemora 84 anos de vida: Um Clube com esta idade já tem uma boa história, um bom passado.Espero sinceramente que este brilhantismo do passado continue no presente e melhore ainda mais no futuro, melhorando cada vez mais e permanecendo no lugar que é seu, que é entre os maiores do futebol e do desporto. A crescer ainda mais, como merece e é possível. Nós daremos o nosso melhor para isso!»
excerto do texto "Discurso Directo" de Augusto Inácio no beiramar.pt
Recomendo uma leitura atenta ao "Discurso Directo" de Augusto Inácio que está publicado no site oficial do clube e sairá amanhã no suplemento do SC Beira-Mar no Diário de Aveiro. O texto aborda a questão dos pontos que o Beira-Mar pode vir a perder nesta Liga de Honra nos casos em que ocorram desistências de clubes e, também, a polémica questão dos muitos jogadores que têm sido colocados a treinar à experiência no clube. Apesar de não ser benéfico para a intimidade do grupo e "bonito" para a imagem do clube, a verdade é que Augusto Inácio justifica esta opção com o realismo que é preciso ter nesta Liga de Honra. Se tivermos em conta que os jogadores que vêm à experiência não têm custos acrescidos para o clube (exceptuando a água a mais que possam gastar no chuveiro no fim dos treinos), penso que não há nada a apontar em relação a esta opção. Parece-me, até, bem mais rigorosa do que andar a ver jogadores em cassetes de vídeo ou dvd arranjadas pelos empresários.

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