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quarta-feira, 21 de dezembro de 2005

A vitória da atitude

Hoje voltei de Vizela satisfeito. Não pela exibição, nem pela qualidade de jogo. Sim pelo resultado e pela atitude competitiva da equipa que possibilitou a reviravolta no marcador. É caso para dizer que o golo do Vizela fez bem, estragando logo à partida a estratégia habitual do Beira-Mar para o "pontinho". Os jogadores foram obrigados a correr atrás do prejuízo e perceberam que o adversário não tinha grandes argumentos. Augusto Inácio foi feliz na substituição de João Pedro por Miran ainda na primeira parte. Nem tanto pela actuação do Miran, mais porque com a sua entrada, o Zé Roberto libertou-se da marcação dos centrais do Vizela e começou a causar desequilíbrios. O golo do empate surgiu num belíssimo cruzamento de Zé Roberto que colocou a bola na cabeça de Miran que só a teve de encostar para dentro da baliza. Na segunda parte, os jogadores acreditaram que podiam chegar à vitória. O 1-2 premiou a maior pressão auri-negra nos minutos iniciais da etapa complementar. Até ao final, o Beira-Mar defendeu com muita segurança a vantagem no marcador. Raramente o Vizela conseguiu incomodar com perigo a baliza de Srnicek. Uma vitória sofrida mas justa que teve em Rui Lima, Zé Roberto e Vouzela os melhores elementos em campo.

Mano Nunes revolta-se contra a "ingratidão"

Já o tinha dito mas volto a repetir. O "bate-boca" constante na comunicação social entre actuais e antigos dirigentes em nada contribui para o esclarecimento dos associados nem para o prestígio da instituição. O artigo que o Eng. Mano Nunes publicou no Diário de Aveiro está agora também disponível no blog Rua do Vento e constitui um autêntico manifesto de "auto-defesa". Pelo que li no DesportoAveiro, Artur Filipe e José Cachide já responderam na Aveiro FM. E pronto, a novela continua... sem fim à vista.

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