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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Para reflectir

A propósito da dívida ao Taboeira, e considerando legítimo que os dirigentes de um clube defendam os interesses da sua colectividade, será que no caso presente, sendo alguns dos dirigentes do Taboeira simultaneamente sócios do Beira-Mar, não estaremos a assistir a um conflito de interesses?
Ainda relativamente a este caso e a outros semelhantes no passado, é tempo de o Beira-Mar se assumir sem receios como o principal clube de futebol do concelho de Aveiro, mas sem esquecer, antes pelo contrário respeitando e colaborando com os restante clubes do concelho e da região.
Para bem de todos.

8 comments:

Anónimo disse...

É lamentável a rasteira que o Taboeira fez ao Beira Mar, ao solicitar direitos de formação do seu ex-Junior, que fez jogar no Clube Satélite do Beira Mar "AVANCA", para agora lhe exigir 30.000 €, que não fez a outros Clubes do País dos seus formandos no Taboeira.
É caso para perguntar ao Presidente do Taboeira, Jaime, ou será quem manda é o M.Moreira, que muito mamou no Beira Mar?

Anónimo disse...

Gostava que apresentassem neste espaço, uma reflexão acerca da constituição da SAD e que mudanças podem acontecer no funcionamento visivel do clube. Esta seria uma forma de esclarecer os socios que no fundo vao decidir a constituição ou nao da mesma e por isso devem ter uma noção basica, simples e clara do que no geral vai mudar no clube. Não sou sócio (por enquanto ainda não possuo independencia economica relativamente aos meus pais), porem gostava de saber se esta mudança pode e o que pode trazer de novo ao clube.

Obrigado

Anónimo disse...

Ora aqui está um texto onde se "fala" muito e se diz NADA.`Tipicamente à "politico".

Anónimo disse...

Isto não é um conflito de interesses, é um conflito de oportunismo e vingança.
Se o atleta fosse para outro clube fora de Aveiro nada disto se passava, até se orgulhavam.
Relações a rever entre pessoas já que ambas as instituições merecem todo o respeito e se dependesse apenas delas isto não era um conflito.

Jorge Greno disse...

Em resposta aos comentários recebidos, agradeço ao anónimo #2 a sugestão e estou de acordo com ela. Também aqui no BN podemos e devemos reflectir sobre ela.
Ao anónimo #3, enfim, melhor do que fazer onde texto onde fala muito e não se diz nada é conseguir fazer um comentário sobre esse mesmo texto. Parabéns.
Quanto aos restantes anónimos, publico as vossas opiniões sem mais comentários.
Entretanto o assunto ficou resolvido entre os clubes, o que é de saudar.
Finalmente peço que assinem os vossos comentários, pois não jeito nenhum chamar-vos anónimo #xx.

Anónimo disse...

Olá Greno

Saúdo o teu ingresso na blogosfera e de mim só podes esperar sempre respeito pelas tuas opiniões, quaisquer elas que sejam.
Quanto ao assunto que nos traz aqui é sempre salutar quando os dois clubes se entendem, mas ao primeiro anónimo (este é o verdadeiro problema da blogosfera) só lhe queria dizer que o comentário que faz só demonstra que não está por dentro do assunto, mas também não tem de estar. Acima de tudo não vejo porque razão o Taboeira há-de ser diferente do Pampilhosa, do Pessegueirense e do Académica do Ribatejo, clubes que também exigiram e receberam o ano passado, direitos de formação do Jonathan (este formado quase na totalidade no Beira-Mar) e do Jaime. O que a mim me espanta é que ninguém se insurgiu contra estes clubes, mas insultar o Taboeira está na moda.
No entanto, as duas direcções deram um exemplo claro de que, quando há vontade, tudo é possível de resolver e sanar.
um abraço Greno

Anónimo disse...

Tudo se resolve, pagando é claro.

Anónimo disse...

Pois é Zé...
Mas o Taboeira não tem seniores...
Será que é um negócio?...
Por outro lado, há diferenças:
- O Jonathan e Jaime competiram em competições profissionais (pouco, é certo)mas o Bornes nunca o fez...
- o Pampilhosa e a Académica do Ribatejo não são clubes do concelho de Aveiro e nada têm a beneficiar com um Beira-mar forte (ao contrário do Taboeira).
Por outro lado não era escandalo nenhum que numa conjuntura diferente o Taboeira viesse exercer os seus direitos, mas na conjuntura em que o fez cheira a "revanche".
Acresce o facto de o Bornes só ter acedido a um contrato profissional, não em função da capacidade futebolística, que era muito pouca, mas devido a uma certa permissividade da anterior omissão administrativa à cunha e ao compadrio. Pois numa análise objectiva,havia na equipa de juniores, de que o Bornes, o Jaime e o Renato fizeram parte, alguns jogadores mais dotados que o Bornes, alguns dos quais fizeram toda a carreira de formação no nosso clube. Não tinham era um pai penetra...